Usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI) têm até o dia 31 de agosto para atualizar os seus dados cadastrais. Com a recente decisão judicial, para continuar desfrutando do benefício que permite acesso à Tarifa Social, é necessário realizar uma atualização salarial autodeclarada antes de finalizar o prazo.
Prazo muito importante para brasileiros chega ao fim no dia 31; corra para não se dar mal
Fique atento a esse prazo de atualização cadastral e não perca o direito a esse benefício social de mobilidade. Confira!
Isso porque, com a mudança, o BUI fica restrito a pessoas com renda mensal bruta de até R$ 3.205,20. Além disso, entram no benefício toda a variedade de transportes públicos como, barcas, vans legalizadas, metrô, trem, BRT e VLT, bem como ônibus municipais e intermunicipais.
O programa também abarca os seguintes municípios: Nova Iguaçu, Belford Roxo, Guapimirim, Duque de Caxias e Itaboraí. Por fim, também entram: Itaguaí, Japeri, Niterói, Magé, Maricá, Mesquita, Rio de Janeiro, Nilópolis, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Tanguá e Mangaratiba.
Prazo de atualização é individual: confira o seu

O processo de autodeclaração da renda foi organizado em quatro etapas, levando em consideração a data de nascimento dos beneficiários. Assim, cada período foi designado para aqueles nascidos em determinado trimestre do ano.
Por exemplo, aqueles que nasceram nos meses de janeiro, fevereiro e março têm até o dia 31 de agosto para concluir a atualização. Com isso, a programação das fases é a seguinte:
- Fase 1 (2/8 a 31/8): Nascidos entre janeiro e março;
- Fase 2 (1º/9 a 30/09): Nascidos entre abril e junho;
- Fase 3 (2/10 a 31/10): Nascidos entre julho e setembro;
- Fase 4 (1º/11 a 30/11): Nascidos entre outubro e dezembro.
Como funciona o benefício?
O BUI, desde sua implantação em 2010, revolucionou a forma como os cidadãos dos municípios cariocas se locomovem. Com ele, os passageiros conseguem utilizar até dois meios de transporte em um intervalo de três horas, pagando apenas R$ 8,55, um valor bem abaixo do custo regular.
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O grande trunfo do Bilhete Único é a economia que ele proporciona. Usuários que fazem uso do trem, por exemplo, ao invés de desembolsar R$ 7,40 pela passagem, pagam apenas R$ 5 com o benefício. Assim, o governo estadual arca com a despesa como subsídio.
Imagem: Studio Romantic / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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