O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão oferecendo benefícios associados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao reduzir os juros de empréstimo.
Recentemente, uma mudança importante ocorreu na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil, que beneficiará aqueles que recebem um valor fixo na aposentadoria. A taxa de juros para empréstimos consignados foi reduzida, o que pode trazer uma economia significativa aos beneficiários.
Isso aconteceu após o anúncio do Banco Central sobre a redução da taxa de juros, passando de 13,75% para 13,25%. Com isso, a taxa de juros aplicada em empréstimos consignados também sofrerá redução. A Caixa e o Banco do Brasil já divulgaram os novos valores para essa modalidade de empréstimo. Confira!
Qual será a redução da taxa de juros dos bancos?
Para quem preferir a Caixa Econômica Federal, encontrará uma redução da taxa de juros para empréstimos consignados em 0,04% – de 1,74% para 1,70%. Já para quem prefere o Banco do Brasil, a taxa passou de 1,81% para 1,77% na faixa mínima e 1,95% para 1,89% na faixa máxima.
Segundo a CEF, “com a diminuição, em um contrato de valor líquido de R$ 10 mil, em 84 meses, o cliente passa a economizar um valor superior ao de uma prestação ao final do pagamento”, garantiu.
Por outro lado, o BB declarou que os novos juros, válidos para crédito consignado, automático, salário, benefício, renovação e 13º, já vão começar a valer nessa sexta-feira (04). No entanto, ainda haverão reduções em outras áreas como, títulos, capital de giro e mais, a depender do perfil do cliente.
O que é um empréstimo consignado?
Essa modalidade desconta o valor diretamente da folha de pagamento do trabalhador, aposentado ou pensionista. Além disso, oferecem taxas de juros ainda mais baixas do que outras modalidades de empréstimo.
O empréstimo consignado pode ser solicitado por:
- Funcionários sobre o regime formal, com carteira assinada;
- Servidores públicos;
- Aposentados e pensionistas do INSS;
- Beneficiários do Bolsa Família ou do Programa Auxílio Brasil;
- Militares e servidores públicos (ativos, inativos ou pensionistas).
Assim, essa categoria compromete parte da renda recebida diretamente do salário, proporcionando que a pessoa receba em sua conta o valor total, retirando o valor da parcela.
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