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Preço da cerveja dispara neste Carnaval; entenda o motivo

Entenda por que o preço da cerveja subiu nesta carnaval e veja quais foram as outras bebidas que também tiveram um aumento.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
Imagem de duas pessoas brindando com copos de cerveja

Quem quer aproveitar este Carnaval precisa estar preparado(a), já que o preço de alguns produtos, como a cerveja, subiram bastante neste ano. 

Vale destacar que esse feriado é um dos mais celebrados pelos fabricantes de cerveja como a Ambev e Heineken, levando em consideração que essa é a bebida mais consumida pelos foliões. 

Além disso, a alta dos preços não é uma estratégia dos fabricantes e sim um efeito da alta da inflação no país. Em alguns estados a alta foi maior do que em outros, como na Bahia, Minas Gerais e São Paulo. Assim, os consumidores terão que se programar para curtir o feriadão e não entrar no prejuízo. 

Por que o preço da cerveja subiu?

Por conta da inflação, nos últimos 12 meses a cerveja subiu 10,55%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Contudo, não foi a única bebida que teve esse salto no valor. Confira:

  • Destilados: 9,67% mais caros;
  • Refrigerante e água mineral: 12,62% de aumento. 

Além das bebidas que são consumidas no feriado, os brasileiros quase sempre viajam nessa época, o que também é mais uma despesa. Assim, no ano, o preço das passagens aéreas aumentou 50,51%.

As passagens de ônibus interestadual e intermunicipal também não ficam atrás, chegando a uma alta de 14,42% e 7,68%, respectivamente. O valor da hospedagem chegou a ficar 17,25% maior; os pacotes turísticos, 15,79%. 

Aumento dos impostos

A inflação não foi a única responsável pelo aumento do preço da cerveja, visto que os impostos também subiram. De acordo com a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), a carga tributária pode passar dos 80% em algumas situações.

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As bebidas alcoólicas se encaixam nesta situação. Como exemplo, pode-se citar a cachaça, que tem uma carga tributária de 82%, e o chope, que tem de 62%.

Nos estados citados anteriormente, o aumento foi mais sentido: o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) para bebidas na Bahia, por exemplo, foi de 25% para 27% em janeiro. 

Em Minas Gerais, de acordo com o que os distribuidores disseram ao jornal O Tempo, o aumento chegou a 13% em algumas marcas. Já em São Paulo, de acordo com a ACSP, o chope e a cerveja foram os campeões de carga tributária, chegando a 62% e 42,7%, respectivamente. 

Imagem: Ievgenii Meyer / Shutterstock

Victória

Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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