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Preço do gás pode ficar 60% mais barato? Declaração de ministro é animadora

Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é possível que haja uma diminuição do preço do gás! Clique e saiba mais.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Closeup em uma boca de fogão acesa, com chamas azuis

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pode haver espaço para uma redução considerável do preço do gás: em até 62% para as indústrias. O Ministério está trabalhando no projeto “Gás para Empregar”, que pretende impulsionar a produção e distribuição do combustível.

Assim, de acordo com os cálculos do próprio Ministério, o gás é comercializado hoje, para a indústria, em contratos de US$ 13,34 a US$ 18,44 por MMBtu (Milhão de BTUs).

No entanto, Silveira acredita que há lugar para negociação e aumento de oferta no mercado, proporcionando, assim, a queda nos valores. No entanto, segundo ele, para isso acontecer, é preciso alterar a produção.

Veja a proposta do Ministério de Minas e Energia para diminuir o preço do gás

A lógica de Silveira é a seguinte: atualmente, o gás que é extraído é automaticamente reinjetado em poços, para a produção de petróleo. Nesse sentido, ao diminuir a porcentagem de gás utilizado, você consegue aumentar a oferta em todo o território.

Assim, o valor pode cair de US$ 18 para cerca de US$ 8/MMBtu. A redução, nesse caso, pode ser de 40% a 62% no preço do gás.

Petrobras anunciou reduções em maio

Há cerca de um mês, a Petrobras anunciou uma queda de 21,3% no preço do gás de cozinha, retirando cerca de R$ 8,97 do valor do botijão – que pode chegar, finalmente, a menos de R$ 100.

Isso porque, segundo a empresa, o valor do gás e dos combustíveis, como gasolina e diesel, seguiam a Paridade de Preço de Importação (PPI). Com o fim da PPI, não há mais concorrência com o exterior.

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Assim, houve o aumento da competição interna, deixando os valores mais atrativos para o consumidor final. Agora, com essa nova jogada do Ministério de Minas e Energia, o preço do gás pode ser, mais uma vez, beneficiado.

Dessa forma, a expectativa é de que, nos próximos dias, haja uma ideia melhor de como será essa oferta e também qual será a proposta para a distribuição do combustível no território nacional.

Imagem: SergeyKlopotov / shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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