Em Mangaratiba, município do estado do Rio de Janeiro, o prefeito Alan Campos da Costa, popularmente conhecido como Alan Bombeiro, tenta aprovar um projeto que aumenta seu próprio salário. Em documento enviado à Câmara dos Vereadores da cidade, o político busca uma remuneração mensal superior a do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Prefeito quer ganhar mais que Lula e propõe aumento do próprio salário
Prefeito de cidade brasileira tenta aumentar o próprio salário. A proposta é superior à remuneração do presidente Lula. Saiba mais.
Ainda, de acordo com o texto enviado à Câmara em janeiro, Alan Bombeiro sugere um reajuste de 62% do próprio salário. Siga na leitura para saber mais sobre a situação.
Prefeito de Mangaratiba quer reajustar salário para valor superior ao do presidente
Apesar do projeto ter sido enviado no mês de janeiro, somente na última semana, durante sessão na Câmara, que o caso veio a público. O texto proposto pelo prefeito gerou divergência entre vereadores e a prefeitura de Mangaratiba.
Visto que o objetivo do prefeito da cidade fluminense é elevar o próprio salário, dos atuais R$ 26 mil para R$ 42 mil. Desse modo, o reajuste sugerido tornaria a remuneração do cargo maior que a do próprio presidente Lula, que atualmente recebe R$ 39 mil ao mês.
Saiba mais sobre o projeto enviado à Câmara dos Vereadores do município
Além do salário de Alan Bombeiro, o documento também visa o reajuste salarial do vice-prefeito, que sairia dos atuais R$ 14 mil para R$ 24 mil e dos secretários municipais, que ao invés dos R$ 9 mil atuais, passariam a receber R$ 15 mil.
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Cabe destacar que, no último mês de março, Alan foi denunciado pelo Ministério Público por crime de responsabilidade. Conforme a denúncia assinada por Luciano Mattos, Procurador-geral de Justiça no estado do Rio de Janeiro, o prefeito de Mangaratiba teria desrespeitado a Lei de Responsabilidade Fiscal após estourar o teto de gastos com pessoas por três anos.
No entanto, mesmo diante da situação, Alan Bombeiro segue empenhado em aumentar o próprio salário. Um dos argumentos utilizados pelo prefeito, no texto, é de que o último reajuste teria acontecido em 2014. Desse modo, o acumulado chega aos 62% sugeridos no projeto. Porém, parlamentares afirmam que o projeto perdeu a validade e não chegará a ser votado.
Imagem: Marcus Mendes/ Shutterstock.com
