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Previdência privada no Pix? Conheça nova tendência

Com certeza você já ouviu falar na ferramenta Pix; pois saiba que agora você pode associa-la aos planos de previdência. Entenda!

Vanessa CostaPor Vanessa Costa3 min de leitura
Mão de uma pessoa segurando um celular com logo do Pix na tela. Ao fundo, um teclado de notebook, caneta e calculadora.

Desde o fim de 2020, quando o Pix foi criado, a ferramenta se popularizou entre os usuários, sendo aderida por todos os bancos atuantes no Brasil.

O modo de transferência financeira instantâneo já faz parte do nosso dia a dia em pagamentos de lojas, transferências entre contas e até na compensação de contas mensais.

Afinal, apenas em 2022, o Banco Central (BC) registrou 29% de todas as transações efetuadas por Pix no país, segundo informações divulgadas pela autoridade monetária na última terça-feira (30).

A novidade é que a partir do próximo ano, você poderá programar o pagamento de previdências privadas utilizando a ferramenta. Entenda agora!

Entenda o “Pix recorrente”

Em suma, o pagamento do Pix pode ser feito ao digitar o código do receptor, seja ele um número de celular, CNPJ, CPF, e-mail ou chave aleatória, ou pela leitura de QR Codes. Agora, o Banco Central está em processo de elaboração de uma nova modalidade para os pagamentos, chamada “Pix recorrente”.

O BC informa que a ferramenta funcionaria de forma semelhante ao débito em conta e o usuário poderia realizar os pagamentos sem precisar digitar a chave Pix ou fazer a leitura do QR Code, apenas autorizando o desconto mensal previamente.

No caso do uso para pagamento de planos mensais, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) considera alguns pontos positivos na novidade, pois pode facilitar a redução de custos para as seguradoras do setor, tornando o processo mais lucrativo.

Afinal, como a maior parte das contribuições são feitas por débito automático, elas geram despesas às seguradoras, que precisam se adequar disponibilizando custos para convênios bancários. Como explica o diretor da Federação, Amâncio Paladino:

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“Pensando nos planos individuais, esses valores no fim acabam tendo custo para a própria seguradora, que não é cobrado do cliente. Mas a ideia do Pix permite uma interface única, economizando, em tese, custos de desenvolvimento. É possível debitar e receber recursos de qualquer lugar”.

Vale lembrar também da praticidade da ferramenta. Ao ser aderida nas seguradoras, basta o cliente autorizar a transação e ela vai ser feita mensalmente de forma automática, identificando quem pagou e enviando a quantia de modo instantâneo na data estabelecida.

Mas, para que a modalidade entre em funcionamento nos planos de previdência, a prática precisa ser regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados do país. Depois disso, cabe ao mercado aguardar e influenciar a aderência do sistema, tanto pelas empresas como pelos usuários dos planos.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Vanessa Costa

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Vanessa Costa

Produtora de conteúdo para o Seu Credito Digital, website dedicado a Educação Financeira.

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