A Black Friday deste ano já terminou, mas há reclamações sobre possíveis fraudes e problemas durante o evento. Até agora, apenas o Procon de São Paulo já recebeu um total de 899 reclamações de consumidores com compras realizadas na Black Friday.
Procon recebe cerca de 900 queixas contra a Black Friday
Procon recebe cerca de 900 queixas contra a Black Friday. Confira quais foram as reclamações mais comuns, e como evitar cair em golpes.
Neste ano, o dia de promoções aconteceu no dia 25 de novembro. Então, para saber mais sobre as principais reclamações recebidas nos últimos dias, confira a seguir.
Procon recebe cerca de 900 queixas contra a Black Friday
Assim, das reclamações recebidas pelo Procon, 32% delas são referentes a atraso ou a problemas na entrega de produtos. Em seguida, estão os “falsos descontos”, ou promoções enganosas, que estavam entre 11,57% das reclamações.
Além disso, 11,23% dos chamados dizem respeito a produtos ou serviços entregues de forma diferente do que foi prometido pela loja, e 10,46% eram referentes a mudança de preço no momento de finalizar a compra.
Vale dizer que, apesar de várias lojas participarem da Black Friday deste ano, apenas 6 grandes empresas brasileiras de varejo concentram 24,47% das reclamações, são elas: Magazine Luiza, Lojas Americanas, Submarino, Casas Bahia, Carrefour e Centauro.
O Procon também possui uma lista que concentra algumas páginas da internet identificadas por serem fraudulentas ou enganosas. Todas elas sofreram denúncias pelo Procon, mas não deram retorno às acusações.
Por fim, o Procon afirma que a recomendação básica é que, antes de realizar qualquer compra, confira-se os dados da empresa, bem como o seu CNPJ no site da Receita Federal. Também é importante verificar se a empresa possui um histórico e um nome no mercado, ou foi criada há poucos dias.
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Outra forma de ter mais informações sobre a credibilidade de um site ou marca é conferindo sua reputação em sites como o Reclame Aqui.
Por fim, se você receber boletos ou chaves PIX para realizar transferência via SMS ou WhatsApp, desconfie. O ideal é sempre conferir as informações que você possui em mãos, para tentar escapar de qualquer tipo de golpe. Também desconfie de produtos com preços muito abaixo do mercado: é provável que haja algo de errado. E, claro, em caso de lisura, procure o Procon da sua cidade.
Imagem: fizkes / shutterstock.com
