O Governo Federal adiou o lançamento do programa Voa Brasil, que proporcionará descontos em passagens aéreas mais acessíveis a aposentados, pensionistas e estudantes, para após o Carnaval. Assim, adiando a data inicialmente prevista para 5 de fevereiro. A decisão busca otimizar o planejamento e garantir uma implementação mais eficaz do esquema.
Silvio Costa Filho, o Ministro de Portos e Aeroportos, depois de uma reunião com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, informou que a mudança ocorreu devido a problemas de agenda. No ano passado, começamos a desenvolver o projeto, mas várias alterações e ampliações foram feitas, contribuindo para o atraso.
Proposta expandida para incluir turismo
O programa de descontos Voa Brasil, inicialmente concebido para proporcionar passagens aéreas mais acessíveis, passou por uma expansão a pedido do presidente Lula. A proposta ampliou-se para incorporar benefícios adicionais direcionados ao turismo, contemplando até mesmo a possibilidade de abranger viagens internacionais.

O Ministro Costa Filho revelou que a iniciativa visa otimizar o aproveitamento de passagens não utilizadas, especialmente nos voos fora da alta temporada. Com a expectativa de oferecer inicialmente 50 mil passagens por mês a R$ 200 por trecho, podendo alcançar até 1,5 milhão mensais. Essa estratégia visa impulsionar o setor turístico ao incentivar o uso eficiente de recursos disponíveis nas companhias aéreas.
Estudantes do Prouni estão inclusos no desconto
O programa agora também abrange estudantes do Prouni, o programa de subsídio do governo que facilita o acesso à educação superior de estudantes de baixa renda. Esses estudantes, assim como aposentados e pensionistas, poderão utilizar o site ou aplicativo do Voa Brasil para comprar até duas passagens por ano.
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Companhias aéreas como Latam, GOL e Azul já aderiram ao projeto, que pode ajudar a completar a lotação dos voos e reduzir as perdas com ociosidade. Ademais, o governo ainda planeja criar um fundo de ajuda às companhias aéreas. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) será responsável por gerenciar o mesmo, com recursos de até R$ 6 bilhões.
Imagem: ImYanis / shutterstock.com
