Nesta sexta-feira (14), o ministro do Portos e Aeroportos, Márcio França (PSB) realizou uma entrevista à Folha de São Paulo. Nela, deu detalhes acerca do programa Voa Brasil, que venderá passagens aéreas por até R$ 200,00. Desse modo, segundo o ministro, a iniciativa, que começará em agosto, poderá ter um sistema de cashback que ainda está sendo negociado.
Programa de passagens aéreas a R$ 200 pode contar com cashback na taxa de embarque
O Voa Brasil, que começará em agosto, poderá ter um sistema de cashback que ainda está sendo negociado. Confira mais detalhes!
Assim, o programa devolveria as taxas de embarque aos consumidores com o intuito de incentivar os participantes do Voa Brasil a viajarem de avião. No entanto, as taxas como as de pouso e de conexão não integrariam o sistema de cashback. França afirmou que a pasta tem reforçado que a taxa de embarque “não entra nem no aeroporto”.
Voa Brasil
Programado para começar em agosto, o Voa Brasil começará contemplando apenas os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Assim, cada passageiro poderá comprar até quatro bilhetes por até R$ 200,00. Para ter esse controle, será implementado um sistema de verificação por CPF.
Para que os aeroportos possam se adequar ao novo volume de passageiros, França também afirmou que implementará o programa em etapas. A expectativa é disponibilizar 1,5 milhão de passagens por mês quando o Voa Brasil incluir todas as pessoas que atendam aos requisitos do programa.
Companhia aéreas no programa
Quanto estiver funcionando completamente, o único critério para ter acesso às passagens com desconto será não ter voado por meio do programa nos últimos 12 meses. O Voa Brasil pretende utilizar os assentos vazios dos aviões durante a baixa temporada, que compreende os meses de março a maio e entre agosto e novembro.
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De acordo com Márcio França, as três principais companhias aéreas do Brasil, que são Azul, GOL e LATAM, já aceitaram integrar o programa de desconto de passagens. O ministro sugeriu às companhias que a implantação seja gradual, começando com a reserva de 5% dos assentos ociosos e, se der tudo certo, na segunda etapa destinar 20%.
Imagem: ImYanis / shutterstock.com
