Em 2018, Jair Bolsonaro (PL) venceu as eleições para presidente, após um segundo turno com Fernando Haddad (PT). Na época, o candidato fez diversas promessas de campanha, principalmente sobre a economia do país.
Promessas de campanha que Bolsonaro abandonou durante o mandato
Em 2018, Bolsonaro iniciou seu mandato como presidente da República. Confira quais promessas de campanha ele abandonou nos últimos 4 anos.
Acredita-se que sua vitória tenha sido mais um resultado das mágoas do povo em relação ao Partido dos Trabalhadores e da exaltação a ideias conservadoras. Na eleição realizada em 2017, Bolsonaro conquistou 57,7 milhões de votos válidos.
Promessas de campanha não foram cumpridas
Dentre as promessas, são vários os abandonos ou mudanças de discurso para agradar políticos que poderiam dificultar seu mandato.
Naquele ano, o candidato prometeu uma reforma administrativa para reduzir custos. Contudo, constatou-se que, desde 2018, Bolsonaro furou o teto de gastos em R$ 795 bilhões, o que parece sugerir zero reduções em despesas.
Ademais, o presidente chegou a afirmar que governaria com apenas 15 pastas, contudo, Bolsonaro iniciou seu mandato com 22 ministérios.
Além disso, também houve a proposta da reforma tributária para atrair empresas e aumentar a quantidade de empregos. No entanto, o cenário atual apresenta uma taxa de desemprego altíssima, que tem leves quedas devido à precarização das funções laborais e inserção de vagas informais.
Seu plano de governo incluía projetos de “compaixão com o próximo”
Ainda que, no passado, ocorreram discursos referentes à preocupação com a garantia dos direitos dos cidadãos por projetos sociais, o pouco realizado neste sentido foi sob pressão e mal administrado.
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Como exemplo, é possível citar o caso das fraudes no Auxílio Emergencial e as brigas políticas em relação ao valor do benefício.
Por outro lado, se até então tratava-se apenas de má administração, diversas falas do presidente durante a pandemia podem ser consideradas desrespeitosas.
Quando questionado sobre o crescente número de óbitos resultantes de Covid-19, Bolsonaro se posicionava com frases como “Eu não sou coveiro” ou “Lamento, quer que eu faça o quê? Sou Messias, mas não faço milagre”.
Imagem: BW Press / shutterstock.com
