Os trabalhadores que atuam sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) têm uma série de garantias sociais. Por exemplo, existe a possibilidade de resgatar o saldo disponível no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) caso o titular seja acometido por uma das doenças que liberam o saque.
Quais doenças liberam o saque do FGTS?
A lista de doenças que liberam o saque do FGTS tem 15 enfermidades. Saiba quais são elas e entenda como solicitar o resgate do valor.
No entanto, para acessar esse recurso, é necessário ter um laudo médico que ateste a gravidade da doença, além de outros documentos essenciais. Entenda a seguir como realizar o procedimento e confira as condições médicas presentes na lista.
Lista de doenças que liberam o saque do FGTS

Atualmente, a lista de doenças que liberam o saque do FGTS tem 15 enfermidades. Além disso, vale lembrar que o resgate do valor também é permitido quando um dependente do trabalhador estiver acometido por uma dessas condições. Veja a lista:
- Alienação mental;
- Cardiopatia grave;
- Cegueira;
- Contaminação por radiação;
- Doença de Parkinson;
- Espondilite anquilosante;
- Osteíte deformante (estágio avançado da Doença de Paget);
- Hanseníase;
- Hepatopatia grave;
- Nefropatia grave;
- Paralisia irreversível e incapacitante;
- Tuberculose ativa;
- HIV/Aids;
- Neoplasia maligna (câncer);
- Estágio terminal de vida.
O titular da conta pode solicitar o saque presencialmente em uma agência da Caixa ou pelo aplicativo do FGTS (disponível para Android e iOS). Então, o pedido passará pela Perícia Médica Federal e, se não houver divergências, o banco depositará o valor na conta informada no momento da solicitação.
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Afinal, quais são os documentos necessários?
Tanto no atendimento online quanto no presencial, o titular da conta do FGTS deve reunir uma série de documentos comprobatórios para liberar o saque o valor. Confira:
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- Formulário “Relatório Médico de Doenças Graves para Solicitação de Saque do FGTS”, disponível no site da Caixa, com validade não superior a 1 ano de expedição, com assinatura, carimbo, CRM e UF do médico responsável pelo tratamento (ou certificação digital);
- Cópia dos exames médicos e dos laudos e/ou dados clínicos informados no formulário acima;
- Documento de identificação do trabalhador;
- Carteira de trabalho ou outro documento que comprove vínculo empregatício;
- Documentos de identificação do dependente e de comprovação da dependência (em caso de dependente acometido por uma das doenças que liberam o FGTS).
É importante destacar, por fim, que a avaliação da gravidade de uma doença depende de diversos elementos, como a natureza da enfermidade, a intensidade dos sintomas e o potencial de complicações. Nesse sentido, cada situação é examinada de forma individual.
Imagem: Stock-Asso / Shutterstock.com
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