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Quais os cuidados para fazer a portabilidade do meu plano de previdência privada?

Descubra os cuidados que você deve ter ao fazer a portabilidade do seu plano de previdência privada e quando é recomendado fazê-lo.

Liliana LuísaPor Liliana Luísa3 min de leitura
Um homem utilizando uma calculadora - previdência privada

Um plano de previdência privada é um investimento pensado para o longo prazo. Logo, é natural que você possa sentir necessidade de alterar seu plano de acordo com mudanças na economia e em seus objetivos de vida.

Em tempos de incerteza econômica, por exemplo, muitos investidores buscam informações sobre como fazer portabilidade de planos de previdência privada. A partir disso, analisam se vale a pena manter o plano atual ou optar por outro.

Assim, é importante analisar com cuidado as opções disponíveis e fazer a portabilidade somente quando ela realmente representar uma melhora em relação ao plano anterior. Em suma, a movimentação é simples e fácil, mas requer atenção em alguns pontos para não cair em armadilhas.

Principais cuidados ao fazer a portabilidade do seu plano

Certificar-se de que a instituição financeira para a qual você vai levar o seu plano de previdência privada é idônea e de confiança é o primeiro passo. Além disso, é necessário avaliar o perfil de risco da oferta e analisar pontos, como o custo da taxa de administração e a rentabilidade do plano desejado, bem como entender as regras e prazos de carência e carregamento.

Além disso, é fundamental analisar o plano e sua modalidade antes de efetuar a portabilidade, sendo, então, crucial compreender as diferenças entre o VGBL e o PGBL. Afinal, você só pode fazer a portabilidade de um plano VGBL para outro VGBL, e de um plano PGBL para outro PGBL.

Por fim, é essencial ter provas da negociação e evitar acordos baseados somente em “palavra”. Caso haja algum golpe, é possível entrar na Justiça para reaver os valores que o cliente pagou e até mesmo receber indenizações, desde que haja provas suficientes do ocorrido.

3 bons motivos para investir em previdência privada

A primeira boa razão para investir em previdência privada é justamente o INSS. O teto previdenciário do governo é de pouco mais de R$ 7,5 mil e, mesmo assim, é muito difícil encontrar pessoas que recebam uma aposentadoria com um valor sequer próximo a isso.

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Portanto, a previdência privada é uma boa maneira de garantir um complemento à sua renda mensal durante a aposentadoria, assegurando a manutenção da qualidade de vida.

Além disso, outro bom motivo para o investimento é que ele pode conceder benefícios fiscais para seus contribuintes. As pessoas que investem em planos PGBL, por exemplo, podem deduzir até 12% do valor aplicado de seu Imposto de Renda.

Por fim, mas sem esgotar as razões possíveis, há um terceiro motivo que pode tornar a previdência privada um excelente investimento. Com contribuições mensais acessíveis durante longo período, o cidadão constrói um patrimônio considerável. Com ele, é possível utilizar o montante como herança ou para realizar grandes planos na aposentadoria, como a aquisição de uma casa.

Imagem: wutzkohphoto / Shutterstock.com

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Liliana Luísa

Autor

Liliana Luísa

Formada em Letras, Liliana é uma profissional com 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando como revisora e redatora.

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