Após a queda da Taxa Selic, muitos estão se perguntando quanto renderá o dinheiro investido no Tesouro ou CDB. Mas a boa notícia é que, apesar da redução da Selic para 13,25% ao ano, a renda fixa ainda é atrativa. Dessa forma, com a nova taxa, o Tesouro Selic rende R$ 109,86 em 12 meses, descontado o IR de 17,5%. Anteriormente, com a taxa em 13,75%, o rendimento era de R$ 114.
Quanto rende R$ 1.000 no Tesouro e no CDB após queda da Taxa Selic?
Após a queda da Taxa Selic, muitos estão se perguntando quanto renderá o seu dinheiro investindo no Tesouro ou CDB. Confira conosco!
Outras aplicações seguras, como o Tesouro Direto, CDB de bancos médios, fundos conservadores e letras de crédito imobiliárias e agronegócio, oferecem rentabilidades próximas ou acima da Selic. Dessa forma, não trazendo uma grande queda ao que era anteriormente.
Veja quais são as previsões e indicações
O gestor de portfólio, Rodrigo Cabraitz, destaca os títulos públicos com juros prefixados e vencimento entre 2028 e 2030, com juro real acima de 5% ao ano, como uma boa relação entre risco e retorno. Já o CDB de bancos médios oferecem maior rendimento, mas também carregam maior risco, sendo recomendado o limite de R$ 250 mil, garantido pelo FGC em caso de falência da instituição financeira.
A tendência é que, à medida que a Selic continue a cair, os investidores busquem alternativas ao Tesouro e ao CDB, com retornos mais altos. Uma opção é investir em ações na Bolsa de Valores, onde há boas oportunidades, mesmo com parte da queda dos juros já precificada.
Comparação com a poupança e alternativas para investimentos
A poupança, mesmo com a redução da Selic, tem sua rentabilidade permanecendo em 6,17% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR). No entanto, a poupança ainda rende menos do que outras opções de investimento na renda fixa.
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Portanto, apesar do ciclo de queda dos juros, a renda fixa ainda é uma opção atrativa. Porém, é importante avaliar outras alternativas conforme a Selic continua a diminuir, buscando investimentos com retornos esperados mais elevados e alinhados com o perfil de risco do investidor.
Imagem: Dilok Klaisataporn/Shutterstock.com
