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Quem paga a conta? Prejuízo do apagão global pode chegar a US$ 1 bi

O apagão global pode gerar prejuízo de US$ 1 bilhão. Saiba quem pagará a conta e como evitar futuros problemas como este

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
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Na última sexta-feira (19), o mundo foi surpreendido com uma notícia alarmante sobre uma paralisação tecnológica impactante, responsabilidade da renomada empresa de segurança cibernética, CrowdStrike. Este problema não apenas destacou a importância da segurança digital como também desencadeou uma série de consequências em diversas esferas globais.

O incômodo decorreu de um erro em uma atualização de conteúdo de software, levando ao que foi descrito como a “maior interrupção de TI da história”. Este erro causou o cancelamento de mais de 5.000 voos e perturbou inúmeros outros setores, evidenciando nossa dependência das tecnologias digitais.

O que causou o apagão global

Em síntese, o problema originou-se de pequenos bits de código incorreto inseridos durante uma atualização de software da CrowdStrike. Esta falha não apenas interrompeu o funcionamento normal dos negócios, variando de varejo até setores críticos como hospitais, mas também representou um desafio enorme para sua correção, que exigiu um tempo maior do que o previsto.

Assim, estimativas iniciais sugerem que os danos financeiros podem ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão, abrangendo desde a perda de receitas até custos operacionais inesperados. Especialistas acreditam que o setor aéreo pode ter sido um dos mais afetados, devido ao alto custo de atrasos e cancelamentos.

Apagão Global Cibernético
Imagem: Antonio Salaverry/shutterstock.com

Como a CrowdStrike está lidando com a crise?

Diante disso, a liderança da empresa, sob comando de George Kurtz, está focada em resoluções enquanto tenta mitigar os danos à sua reputação. Apesar do pedido de desculpas da CrowdStrike, restam incertezas sobre a possibilidade de indenizações para os inúmeros clientes afetados. 

Até o presente momento, não há declarações concretas sobre compensações financeiras, mas especula-se que tais passos possam estar cobertos por cláusulas nos contratos com clientes, limitando a responsabilidade da empresa.

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Enfim, o caminho à frente exige não apenas medidas técnicas de correção, mas também uma gestão minuciosa do relacionamento com clientes e reconstrução da confiança perdida.

Imagem: Antonio Salaverry/shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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