Recentemente, o Banco Central (BC) divulgou o cronograma para o Real Digital, nova moeda digital da autoridade monetária que poderá ser usada pelos brasileiros em breve. Desde quando o assunto passou a ser discutido, diversas dúvidas a respeito começaram a aparecer.
Quem poderá usar o Real Digital, nova moeda do Banco Central?
Real Digital: descubra quem pode usar a inovadora moeda do Banco Central e como ela transformará transações financeiras.
Assim, é preciso, em primeiro lugar, deixar claro que não se trata de uma criptomoeda. A novidade será controlada pelo banco e é apenas uma forma do Real, só que de forma digital.
Além disso, serão disponibilizados dois tipos de moedas para diferentes tipos de transações. É nesse sentido que umas das questões podem ser esclarecidas: quem poderá usar o Real Digital?
Dois tipos de moeda do sistema
Os dois tipos de moedas serão:
- Real Digital: utilizada para pagamentos entre o Banco Central e as demais instituições financeiras;
- Real Tokenizado: emitida pelo mercado, usada pelos consumidores finais.
Ou seja, a nova moeda poderá sim ser usada pelos brasileiros para realizar transações financeiras e de forma direta, entre uma pessoa e outra, assim como funciona o dinheiro convencional.
Mais detalhes sobre o Real Digital ainda não foram especificados. Mas, com o cronograma divulgado, é esperado que novas notícias apareçam em breve.
Cronograma
O cronograma divulgado pelo Banco Central sobre o desenvolvimento do Real Digital é o seguinte:
- Abril/2023: Workshop com agentes do mercado financeiro;
- Maio/2023: Seleção das intituições financeiras que devem participar do projeto;
- Dezembro/2023: Moedas quase finalizadas;
- Fevereiro/2024: Testes de compra e venda;
- Março/2024: Avaliação do projeto;
- Final de 2024: Disponibilização aos brasileiros.
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Real Digital X Real físico
A partir do lançamento do Real Digital, é esperado que o Real Físico tenha a circulação bastante reduzida. Contudo, ainda não é possível afirmar o fim da moeda em espécie entre os brasileiros.
Isso já vem acontecendo com a popularização do Pix, que já é uma das formas de pagamento mais usadas pelos brasileiros. Com a transferência instantânea e gratuita, as cédulas têm sido menos utilizadas pelos consumidores.
Imagem: rafastockbr e Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
