Corretora queridinha dos traders quebra regras de grande país europeu e é alvo de processos e punições. De acordo com comunicado do órgão regulador da nação, a empresa não pode mais atuar no seu território graças à constante violação de normas.
Queridinha dos TRADERS viola regras e enfrenta processo de gigante europeu
Corretora queridinha dos traders não cumpre as leis e recebe uma punição pesada por causa disso. Veja o que aconteceu!
O órgão regulador afirmou que a corretora oferece serviços de câmbio entre moedas digitais e fiduciárias, além de funcionar como carteira de custódia. Acontece que a responsabilidade desses serviços seria de empresas que estão fora da União Europeia.
Entretanto, as normas do país deixam claro que apenas corporações com sede no Espaço Econômico Europeu podem fornecer esse tipo de serviço lá. Como a corretora falhou em provar que os operadores estavam na Europa, a decisão foi de que a companhia deixe de atuar na nação.
Órgão regulador da Bélgica diz que queridinha dos traders não pode operar mais no país
A Autoridade para Serviços Financeiros e Mercados da Bélgica decidiu, na última sexta-feira (23), que a Binance deixará de operar no país. Essa é a maior corretora de criptomoedas do mundo, entretanto, está enfrentando problemas com órgãos reguladores de várias nações.
No caso da Bélgica, a queridinha dos traders não cumpriu as regras que impedem a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo. Além disso, dos 27 operadores da Binance que atendem os clientes belgas, a sede de 19 deles está fora do Espaço Econômico Europeu.
Agora, a empresa precisa orientar os seus clientes para que eles tenham acesso às suas contas e possam transferir os seus investimentos para outras corretoras ou carteiras de custódia.
Binance tem problemas parecidos em outros países
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A Binance pode ser a queridinha dos traders, mas não é dos órgãos reguladores do mercado financeiro. Isso pois, assim como a Bélgica, Canadá e Holanda já impediram a ação da corretora nos seus territórios.
Além disso, nos Estados Unidos, a empresa e o seu fundador são alvos de um processo da Comissão de Valores Mobiliários do país, com mais de 13 acusações diferentes.
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