O Brasil mais uma vez figura em uma posição preocupante no ranking mundial da corrupção divulgado pela Transparência Internacional. Com 38 pontos, o país ficou em 94º lugar entre os 180 países avaliados, mantendo um desempenho ruim pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com a organização.
Ranking de países mais corruptos do mundo: posição do Brasil vai te surpreender!
A Transparência Internacional divulgou o ranking dos países mais corruptos do mundo e a posição do Brasil é preocupante. Confira aqui!
O Índice de Percepção da Corrupção e o desempenho do Brasil
O Índice de Percepção da Corrupção (IPC) é um indicador que mede como especialistas e empresários enxergam a integridade do setor público em diferentes países.
A nota varia de 0 a 100, sendo que 0 representa um país considerado “altamente corrupto” e 100 indica um país “muito íntegro”. O Brasil registrou 38 pontos, revelando uma preocupante percepção de corrupção em sua esfera pública.
Nos últimos anos, o Brasil tem apresentado um histórico negativo no IPC. A pior avaliação registrada foi em 2018 e 2019, com apenas 35 pontos.
Em 2017, o país também obteve um desempenho ruim, com 37 pontos. Esses resultados reforçam a persistência de problemas relacionados à corrupção em diversas esferas da sociedade brasileira.
Posições de destaque e médias globais
O ranking também revela os países com melhores avaliações no que diz respeito à percepção de corrupção. A Dinamarca ocupa o primeiro lugar, com 90 pontos, seguida pela Finlândia e Nova Zelândia, ambas com 87 pontos. Esses países são exemplos de integridade e transparência em seus setores públicos.
A média global do IPC é de 43 pontos, demonstrando que a corrupção ainda é uma preocupação generalizada em todo o mundo. Na América, a média dos países do continente também é de 43 pontos, indicando a existência de desafios significativos nessa região.
Reflexo do cenário político e institucional no Brasil
Segundo a Transparência Internacional, o resultado obtido pelo Brasil reflete o rápido desmantelamento dos marcos legais e institucionais anticorrupção, que foram construídos ao longo de décadas.
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Além disso, a organização destaca a “degradação” das instituições democráticas do país, durante o governo Bolsonaro, como um fator que contribuiu para a percepção negativa de corrupção.
Esses resultados reforçam a importância de fortalecer as instituições, promover a transparência e adotar medidas efetivas de combate à corrupção.
Afinal, a construção de um ambiente mais íntegro e transparente é fundamental para promover o desenvolvimento sustentável, garantir a justiça social e inspirar confiança na sociedade brasileira.
Imagem: deboraguimaraesfoto/ Shutterstock.com
