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Reforma Tributária: nova regulamentação reduz em 60% o imposto sobre remédios

Conheça as mudanças propostas pela regulamentação tributária que reduzem em 60% os impostos sobre medicamentos no Brasil!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Anvisa

Na busca por promover maior equidade no acesso à saúde, uma nova proposta legislativa promete transformar a aplicação de impostos sobre remédios no Brasil. Trata-se, portanto, da versão mais recente do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024.

Logo, ela sinaliza mudanças significativas, oferecendo uma redução de 60% na tributação de todos os medicamentos cadastrados na ANVISA ou produzidos por farmácias de manipulação. Continue a leitura para mais informações!

Entenda a redução de impostos de remédios em nova regulamentação

prateleira de farmácia com remédios Anvisa
Imagem: i viewfinder / Shutterstock.com

Esta iniciativa surge como uma resposta às demandas prolongadas da indústria farmacêutica, que criticava a exclusão de aproximadamente 56% dos medicamentos das listas de isenção previstas em propostas anteriores. O contexto dessa medida envolve não apenas a saúde pública, mas também uma estratégia fiscal que pode impactar outros setores.

Ademais, o relator do projeto, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), destaca que a revisão da tributação sobre medicamentos é crucial para garantir a acessibilidade da população a tratamentos essenciais. O cenário de saúde é desafiador e necessita de políticas que assegurem não só o bem-estar dos cidadãos, mas também a sustentabilidade financeira do setor.

Saiba mais sobre a implementação do desconto no imposto

A redução proposta no PLP 68/2024 é parte de uma estratégia mais ampla que abrange diversas áreas, incluindo alimentos, educação e segurança. Com a nova medida, espera-se que o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) tenha um pequeno acréscimo em sua alíquota base. Logo, isso seria compensado pela cobrança do chamado “imposto do pecado” sobre outros produtos.

Além dos medicamentos, o texto mantém isenções totais para produtos de saúde menstrual, como absorventes, e introduz um desconto similar de 60% para produtos de higiene pessoal e limpeza. Estas alterações representam uma política abrangente que visa não apenas a saúde como um setor isolado, mas como parte integrante de uma gestão fiscal responsável e benéfica à população.

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Por fim, a previsão é de que o PLP 68/2024 vá ao plenário nesta quarta-feira (10). Ainda poderão ocorrer negociações cruciais, especialmente no que tange a inclusão de itens como carne na cesta básica e a tributação sobre armas, por exemplo.

Imagem: i viewfinder / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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