A partir deste mês de junho, uma nova regra passou a integrar o Bolsa Família. O objetivo é trazer maior segurança aos beneficiários do programa social, caso consigam um emprego e, assim, aumentem a renda mensal. De acordo com informações do Governo Federal, cerca de 738 mil famílias estão nessa condição nesse mês.
Regra de proteção do Bolsa Família; você sabe como funciona?
Nova regra do Bolsa Família, implementada neste mês de junho, garante maior segurança aos beneficiários. Saiba mais!
Com a novidade, os brasileiros que ultrapassam a renda mensal per capita de R$ 218, determinada pelas regras do benefício, podem continuar recebendo. Contudo, o valor cai para 50% do total. Além disso, é preciso que a nova renda por pessoa não seja superior a R$ 660, o que corresponde a meio salário mínimo.
Diante disso, os beneficiários do Bolsa Família são estimulados a procurar vagas de emprego para melhorar a condição de vida, sem precisar perder a quantia disponibilizada mensalmente pelo programa social.
Regra de proteção do Bolsa Família: alteração na renda
Segundo o governo, a partir do momento que a renda é alterada e elevada, o Bolsa Família pode ser pago por até dois anos, com o valor que corresponde a metade. Em junho, essa quantia média foi de R$ 380,32. Isso porque novos valores foram implementados para determinados grupos.
Desse modo, se após os dois anos, a renda voltar a ser reduzida, o cidadão pode receber o benefício integral novamente. Para isso, basta comparecer a uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para que os dados do Cadastro Único sejam atualizados.
Valores do Bolsa Família
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Além da nova regra, o Bolsa Família passou a liberar novas quantias a partir deste mês de junho. Com isso, os valores disponibilizados pelo programa ficam da seguinte forma:
- R$ 142 per capita;
- R$ 150 para crianças menores de seis anos de idade;
- R$ 50 para gestantes;
- R$ 50 para lactantes;
- R$ 50 para crianças e jovens com idades entre sete e 18 anos.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
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