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Regra de segurança do Pix é alterada pelo Banco Central; entenda a mudança

O Banco Central está implementando novas medidas com o objetivo de reduzir fraudes e aumentar a segurança das transações realizadas através do Pix. Com a crescente popularidade desta plataforma de pagamentos instantâneos, tornou-se essencial reforçar a proteção dos usuários contra atividades fraudulentas. A partir de 1º de novembro de 2024, um conjunto de novas regras […]

Avatar de Bruna Machado Bruna Machado · · 2 min de leitura
Celular com o nome PIX na tela inicial, sobre algumas cédulas de dinheiro e moedas Banco Central

O Banco Central está implementando novas medidas com o objetivo de reduzir fraudes e aumentar a segurança das transações realizadas através do Pix.

Com a crescente popularidade desta plataforma de pagamentos instantâneos, tornou-se essencial reforçar a proteção dos usuários contra atividades fraudulentas.

A partir de 1º de novembro de 2024, um conjunto de novas regras entrará em vigor, visando dificultar a ação de fraudadores e garantir uma experiência mais segura para todos os usuários do sistema Pix.

Pix: Limites de transações em dispositivos não cadastrados

Celular com o nome PIX na tela inicial, sobre algumas cédulas de dinheiro e moedas
Imagem: Gustavomellossa / Shutterstock.com

A principal mudança diz respeito ao limite de transações em dispositivos não cadastrados. Assim, a partir de novembro, a iniciação de transações Pix por meio de celular ou computador não cadastrados no sistema só será permitida para valores de até R$ 200,00, desde que o limite diário não ultrapasse R$ 1.000,00.

Para transações acima desses valores, o dispositivo precisará estar previamente cadastrado pelo cliente no sistema do Pix. Essa medida visa dificultar a ação de fraudadores que costumam utilizar dispositivos roubados ou clonados para realizar transações fraudulentas.

Uso obrigatório de gerenciamento de risco de fraude

Além disso, outras medidas de segurança também foram anunciadas pelo Banco Central. Entre elas, o uso obrigatório de soluções de gerenciamento de risco de fraude, onde as instituições financeiras participantes do Pix serão obrigadas a utilizar soluções que identifiquem transações atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente.

Adicionalmente, as instituições financeiras deverão disponibilizar, em seus canais eletrônicos, informações sobre os cuidados que os clientes devem ter para evitar fraudes.

Verificação de marcações de fraude

Outra medida importante é a verificação de marcações de fraude. As instituições financeiras deverão verificar, a cada seis meses, se seus clientes possuem marcações de fraude na base de dados do Banco Central. Clientes com histórico de fraude poderão ter seus limites de transações reduzidos ou até mesmo ter suas contas bloqueadas.

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Portanto, as novas medidas de segurança do Pix visam garantir um ambiente mais seguro para os usuários da plataforma e reduzir o número de fraudes. É importante que os clientes estejam cientes das mudanças e tomem as precauções necessárias para proteger suas contas.

Imagem: Gustavomellossa / Shutterstock.com

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