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Reino Unido libera milhões para laboratório na Amazônia

Governos britânico e brasileiro anunciaram investimento milionário em laboratório na Amazônia. Saiba mais!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
COP30 curupira

O governo do Reino Unido informou na última terça-feira, 23 de maio de 2023, que vai doar mais de R$12 milhões para o projeto AmazonFace, laboratório na Amazônia localizado a 80 km de Manaus, na floresta amazônica.

James Cleverly, ministro das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, esteve em visita ao AmazonFace. Inclusive, o projeto é o mais ambicioso, até então, para estudar os impactos da poluição e do aquecimento na maior floresta do mundo.

Além do apoio do Reino Unido, Luciana Santos (PCB), ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), também informou que o governo brasileiro vai destinar uma verba milionária ao laboratório na Amazônia.

Apoio ao laboratório na Amazônia

Conforme comunicado de James Cleverly, o Reino Unido vai aplicar £2 milhões, ou R$12,3 milhões, no laboratório na Amazônia. Ou seja, o objetivo é investir em um dos projetos que busca controlar a situação na floresta.

Ademais, Luciana Santos também comentou que o governo brasileiro vai investir R$32 milhões no projeto. Vale destacar que esse valor, anunciado pela ministra do MCTI, já está assegurado.

Dessa forma, o apoio conjunto do Reino Unido e do Brasil deve resultar em investimentos acima de R$70 milhões ao AmazonFace. A expectativa é que o laboratório na Amazônia consiga aumentar sua influência e presença nos próximos meses.

O que é o AmazonFace?

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Coordenado pelo ecólogo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), David Lapola, e por Carlos Alberto Quesada, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), o AmazonFace é o projeto de maior escala para estudar os impactos do homem na região.

O laboratório na Amazônia busca compreender como o aquecimento global e o crescimento da poluição impactam a maior floresta do planeta. Por fim, o AmazonFace também vai instalar torres de 16 metros que borrifarão ar aquecido com o CO2, concentração 50% maior do que a atual, sobre áreas controladas da mata.

Imagem: Gustavo Frazao / shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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