Durante o preenchimento dos dados da declaração do Imposto de Renda, várias pessoas se enganam e cometem erros que podem levá-las a cair na malha fina. Muitas vezes, esses erros são não intencionais que passam despercebidos pelo contribuinte.
Reta final de declaração do IR: veja os erros que mais levam à malha fina
No momento de preencher a declaração do imposto de renda, alguns erros podem passar despercebidos. Saiba quais são e como evitá-los
De acordo com a Receita Federal, a maioria dos erros que levam os brasileiros a caírem na malha fina são os de preenchimento e de digitação e ocorrem por falta de atenção. Quer saber mais o que pode acontecer se sua declaração for entregue com erros? E está interessado em evitá-los? Então, continue a leitura.
O que acontece se a declaração apresentar algum erro?
Quando algum erro na declaração do IR é encontrado, o documento é separado pela Receita Federal, que irá fazer uma análise mais minuciosa dele. É a chamada Malha Fina.
Nessa análise, a Receita vai verificar se há pendências e possíveis erros secundários. Esse processo demanda mais tempo da instituição, o que pode levar ao atraso no recebimento da restituição por parte do contribuinte. Ele também corre o risco de receber uma multa do Fisco
O que é encontrado nesta análise?
De acordo com dados da Receita Federal, 40,6% dos documentos retidos apresentam omissão de rendimentos. A omissão de rendimento é quando se deixa de declarar algum trabalho remunerado secundário além do emprego fixo. Outro erro que entra nesta categoria é a falta de declaração dos rendimentos de pessoas dependentes do contribuinte.
21,7% dos casos são de contribuintes que declaram com erro nas despesas médicas, onde o erro mais comum é a diferença entre os valores que o contribuinte declara e os declarados pela parte recebedora. Geralmente, esses deslizes ocorrem por conta de falta de memória e/ou atenção.
Como evitar esses erros?
Existem algumas formas de não cometer erros e cair na malha fina. Como o principal erro é o de digitação, é importante ficar atento ao uso de pontos e vírgulas no momento de declarar os valores em números.
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Os dados dos informes de rendimento também merecem atenção, e para não haver discrepâncias, o contribuinte deve preencher de acordo com o documento disponibilizado pelas fontes pagadoras.
É importante ficar atento a algumas regras a fim de evitar transtornos: inquilinos devem informar o valor do aluguel pago, um casal não pode ter um dependente em duas declarações diferentes, não informar despesas médicas não dedutíveis, e outra série de prescrições emitidas pela Receita Federal.
O prazo final para a declaração do IR de 2023 é dia 31 de maio.
Imagem: Pamela Marciano/ Shutterstock.com
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