Você já se perguntou sobre a origem e o significado do seu CPF? Aqui, iremos desvendar os mistérios que envolvem esse documento importante. A combinação dos números do CPF permite que ele seja automaticamente verificado como válido ou não. Os primeiros oito dígitos, por exemplo, formam o que é conhecido como número-base do seu documento, determinado pela Receita Federal.
Saiba como foi criado o número do seu CPF
Os números do CPF não são simplesmente aleatórios. Verifique o que cada número do seu documento significa. Leia e entenda!
Mas o que representa o nono dígito? Será que os dois últimos números significam algo? Como alguns programas conseguem identificar quando um CPF é invalido? Vamos entender mais sobre isso.
Como se definem os dígitos do CPF?
O nono dígito do CPF, que aparece antes do hífen, é uma indicação da Região Fiscal responsável pela inscrição, ou seja, é uma marca do seu estado de origem. Cada número, de 0 a 9, corresponde a um conjunto específico de estados. Veja a seguir:
- Número 0: Rio Grande do Sul;
- Número 1: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins;
- Número 2: Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Acre e Rondônia;
- Número 3: Ceará, Maranhão e Piauí;
- Número 4: Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte;
- Número 5: Bahia e Sergipe;
- Número 6: Minas Gerais;
- Número 7: Rio de Janeiro e Espírito Santo;
- Número 8: São Paulo;
- Número 9: Paraná e Santa Catarina.
Por outro lado, os dois números que aparecem depois do traço chamam-se dígitos verificadores (DV). Esses números são gerados a partir de fórmulas matemáticas relacionadas aos números anteriores, e sua principal função é validar o CPF.
Dessa forma, quando você vê a mensagem “CPF inválido” durante um cadastro online é porque o sistema realizou o cálculo com base nos dígitos verificadores e o resultado não foi o esperado.
Como a Receita Federal verifica a validade?
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Apesar dos dígitos verificadores serem úteis para verificar a integridade matemática do número do CPF, eles não são a única forma de validação. Para atestar que um CPF é válido e corresponde de fato a uma pessoa, ainda é necessário consultar a base de dados da Receita Federal.
Assim, mesmo que os números estejam corretos segundo a fórmula, é preciso garantir que a sequência de fato corresponde a um cidadão.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
