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Servidores apontam grave problema em repasses ao INSS; entenda o caso

Servidores públicos revelam grave problema de repasses ao INSS, resultando em uma possível greve. Descubra os detalhes desse caso.

Ana FerreiraPor Ana Ferreira2 min de leitura
Mãos femininas segurando o celular aberto no aplicativo do INSS

No estado do Rio de Janeiro, funcionários públicos da Secretaria Estadual de Saúde estão enfrentando sérios problemas burocráticos em relação ao indeferimento de suas aposentadorias.

A questão em pauta envolve o não repasse dos recolhimentos referentes ao estágio probatório ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o que irá acarretar problemas nos valores ou até mesmo a negação dos benefícios previdenciários aos servidores.

Os funcionários afetados relatam que, apesar de terem cumprido todas as exigências durante o período de estágio probatório, os valores descontados de suas remunerações mensais não foram repassados ao INSS.

Confisco de contribuições previdenciárias

A situação se agrava ainda mais pela falta de uma resolução efetiva por parte dos órgãos responsáveis, que atualmente estão se esquivando de suas responsabilidades. Dessa forma, são os servidores afetados que sofrem as maiores consequências.

A noção de que o período de estágio probatório não é contabilizado como tempo de serviço é considerada contraditório, segundo os servidores, especialmente porque os valores correspondentes foram descontados dos funcionários durante esse período.

André Ferraz, diretor de formação sindical do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Rio, afirma que o problema reside no Rioprevidência e não no INSS.

Alega-se que, há dúvidas quanto ao destino do dinheiro descontado dos funcionários, uma vez que a Procuradoria Geral do Estado esclarece que deveria ter ocorrido o repasse dos valores ao INSS.

Burocracia afeta aposentadoria de funcionários da Saúde

Uma revelação recente aponta que as contribuições realizadas durante o período de estágio probatório foram direcionadas para o Instituto de Previdência Estadual, o Iperj/Iaserj, em vez de serem destinadas ao INSS.

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No entanto, o Rioprevidência não tem fornecido respostas claras e consistentes sobre o motivo do não repasse dos recursos destinados à previdência dos servidores.

Diante dessa situação, os funcionários públicos afetados estão buscando auxílio da Defensoria Pública para encontrar uma solução para o problema.

Com a esperança de que a instituição possa mediar as negociações entre os órgãos responsáveis, os servidores aguardam uma resolução que garanta seus direitos previdenciários e a devida justiça em relação às contribuições que fizeram ao longo de suas carreiras no serviço público.

Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

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Ana Ferreira

Autor

Ana Ferreira

Redatora do Seu Crédito Digital. Estudante de psicologia e serviço social. 23 Anos de idade e moradora de Brasília.

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