Servidores decidem entrar em greve depois que as negociações com a prefeitura de Florianópolis não chegaram a um acordo. O sindicato realizou assembleia na última terça-feira (30). A paralisação começa nesta quarta-feira (31) e não tem data para terminar.
Servidores decidem entrar em GREVE por tempo INDETERMINADO
Servidores decidem entrar em greve e ameaçam parar os serviços de uma cidade inteira. Entenda os motivos para a paralisação.
As conversas entre o sindicato dos servidores públicos de Florianópolis e a prefeitura já duram mais de um mês. Entretanto, as partes não conseguiram entrar em acordo, mesmo a administração pública oferecendo um aumento real no valor dos salários.
De acordo com os servidores, o motivo da negociação não envolve apenas as questões de salário, mas também as condições de trabalho dos funcionários públicos. Além disso, uma das exigências do sindicato é um ponto sensível para a prefeitura.
Servidores entram em greve depois que prefeitura decide manter as privatizações
Um dos pontos que os representantes dos funcionários públicos de Florianópolis exigem é o fim da privatização dos serviços públicos. Na visão deles, a administração pública precisa realizar mais concursos, ao invés de contratar terceirizados.
Contudo, a prefeitura não acredita nesse ponto de vista. Para ela, a terceirização é a forma mais rápida e simples de garantir o atendimento da população nos serviços públicos municipais. Aliás, quando soube da greve, o prefeito da cidade, Topázio Neto, disse que vai contratar mais pessoal para garantir as atividades.
Além disso, os servidores querem:
- Valorização salarial;
- Cumprimento dos planos de carreira.
Alguns serviços continuam funcionando
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Mesmo com os servidores decidindo entrar em greve geral a partir de hoje, alguns serviços ainda estavam disponíveis nessa manhã, como escolas, creches e postos de saúde. A prefeitura ainda não sabe quais serviços serão atingidos pela paralisação.
No caso das escolas municipais, a administração pública está analisando a possibilidade de adiantar as férias do meio do ano. Assim, os estudantes não seriam prejudicados pela paralisação das atividades dos servidores públicos.
Imagem: Joa Souza/shutterstock.com
