No dia 7 de junho, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) anunciou que a categoria iria realizar paralisações parciais devido a insatisfações com o governo, especialmente com a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
Servidores do Banco Central prometem aumentar paralisações
A insatisfação com o governo piorou, o que fez com que os servidores do Banco Central aumentassem as paralisações. Veja mais detalhes!
Contudo, os servidores afirmam que a ministra não atendeu às reivindicações não salariais do sindicato, o que fez com que os servidores decidissem que a operação de paralisações pontuais fosse mantida, podendo piorar devido ao difícil relacionamento com a ministra.
Servidores do Banco Central insatisfeitos
A insatisfação com o governo, devido a falta de diálogo, piorou, pois possivelmente será realizado um concurso público sem que haja um debate oficial com a categoria. De acordo com o Sinal, a realização do concurso, na situação atual, torna mais difícil o atendimento à pauta da classe.
O presidente da Sinal, Fábio Faiad, afirmou que a autarquia tem passado por sucateamento e desmotivação dos funcionários. Assim, o concurso atrairia candidatos com formação educacional de segundo grau ou interessados somente em outras carreiras com salários maiores.
Insatisfação
O Sinal tem acusado o Ministério da Gestão e Inovação de Serviços Públicos de omissão diante das demandas da categoria. Como resultado, uma reunião com representantes do Banco Central e da pasta foi agendada para que os líderes da autarquia pressionem o governo por melhorias aos funcionários da instituição.
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No entanto, de acordo com o sindicato, não houve interesse do ministério nas reivindicações dos servidores do Banco Central. Fábio Faiad afirmou que a ministra Esther Dweck não se mostrou sensibilizada em relação às pautas da categoria.
A insatisfação dos servidores do Banco Central aumentou ainda mais após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinar um decreto concedendo benefícios aos servidores da Receita Federal. A partir dessa concessão, os funcionários da autoridade monetária têm exigido tratamento igualitário para todos os servidores federais.
Imagem: Alf Ribeiro/Shutterstock
