Os e-commerces asiáticos vêm conquistando cada vez mais os consumidores brasileiros. No entanto, nos últimos meses, empresas como Shein, Shopee e AliExpress tiveram uma grande queda nas vendas após o anúncio das taxações.
Shein vem com tudo e traz uma ÓTIMA NOTÍCIA para os brasileiros
Confira qual foi a novidade que o presidente da e-commerce, Marcelo Claure, anunciou para todos os consumidores da Shein!
Apesar disso, recentemente, o presidente global da Shein, Marcelo Claure, fez um anúncio importante sobre a empresa. Confira, a seguir, que novidade é essa!
Produtos da Shein podem chegar a preços menores
Antes de tudo, é importante ressaltar que o Brasil possui vários elementos para se tornar mais um polo global de distribuição da Shein. Afinal, o país é responsável por produzir algodão, poliéster e jeans, o que facilita ainda mais para a varejista.
A expectativa da Shein é fazer parceria com mais de 2.000 empresas têxteis brasileiras e, investir no país cerca de US$ 148 milhões. Dessa forma, este projeto objetiva que, nos próximos cinco anos, cerca de 85% das suas peças tenham fabricação brasileira para os clientes do país. Além do Brasil, há projetos semelhantes para a Turquia e para a Índia.
Este investimento resulta do grande público brasileiro entre os consumidores da empresa chinesa. De acordo com Claure, “a América Latina é uma parte importante da receita da Shein. É definitivamente uma das regiões que mais crescem no mundo”.
Marcelo Claure trouxe este tópico, inclusive, no cerne de sua discussão sobre o início da produção do e-commerce no Brasil. Com isso, existe certa expectativa de que os preços dos produtos fiquem ainda mais em conta.
“As economias obtidas na logística nos possibilitam cobrir os maiores custos de produção no Brasil, incluindo impostos” […]. “As primeiras fábricas que estabelecemos mostram que os custos são semelhantes. Não precisamos mais importar algodão do Brasil, fabricar na China e exportar de volta para o Brasil“, explicou Claure.
Revisão de impostos de e-commerces internacionais
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Na quinta-feira (1º), o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal () definiu, de maneira unânime, a porcentagem da alíquota que deverá ser paga pelos varejistas.
Mesmo que ainda não tenha data definida para a porcentagem entrar em vigor, os e-commerces internacionais estarão sujeitos a pagarem 17% da alíquota.
Imagem: Wirestock Creators / shutterstock.com
