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Sindicato convoca greve e o metrô vai parar de funcionar

Entenda o que o sindicato busca com a paralisação que deve acontecer no metrô ainda este mês. Saiba mais sobre!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Imagem de uma estação de metrô

O Sindicato dos Metroviários do estado de São Paulo anunciou nesta semana, que deve realizar uma paralisação para conseguir reivindicar alguns direitos e melhorias. Assim, o sindicato deve realizar a greve do metrô no próximo dia 13 de junho.

Conforme o comunicado, o objetivo dos trabalhadores é conseguir a contratação de mais profissionais para atuarem no setor. Simultaneamente, os profissionais da área também estarão cobrando alguns de seus direitos não cumpridos.

Vale destacar que o sindicato ainda deve realizar mais uma reunião, na véspera da greve, isto é, a frente sindical ainda deve confirmar a decisão final sobre a paralisação ou não do meio de transporte da maior cidade do país.

Posição do sindicato

Inicialmente, a diretoria do sindicato dos metroviários é a ala que mais defende a paralisação dos metrôs de São Paulo no próximo dia 13 de junho. Conforme o órgão, o objetivo é que o estado de São Paulo atenda a algumas questões, sendo possível destacar:

  • Melhores condições de trabalho;
  • Contratação de novos profissionais para atuar no Metrô;
  • Recebimento dos benefícios da cesta de natal.

Conforme Camila Lisboa, presidenta do sindicato, as negociações caminhavam para que não houvesse esta paralisação. Contudo, o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), não atendeu a alguns direitos dos profissionais da área.

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Ademais, o sindicato defende que paralisação não deve prejudicar os trabalhadores que dependem do meio de transporte. Assim, o objetivo da frente é realizar acordo com o governador de São Paulo, para que ele aceite a “catraca livre” nos dias de paralisação.

Por fim, caso se confirme, esta não será a primeira vez que, em 2023, a categoria entre em greve. Na última oportunidade, em abril deste ano, o sindicato realizou uma greve de dois dias para que os profissionais recebessem o Programa de Participação dos Resultados, sendo que o abono aos trabalhadores foi de R$2 mil.

Imagem: Pablo Fernandes / Shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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