Uma pessoa física resgatou R$ 749 mil no Sistema Valores a Receber (SVR). Até o momento, este é o maior valor já recuperado na segunda fase do dinheiro esquecido em bancos e instituições financeiras. O resgate das quantias foi liberado no começo de março após quase um ano parado.
Sortudo resgata R$ 749 mil em sistema do BC: você também tem dinheiro esquecido?
Até o último domingo (9), SVR já havia recebido aproximadamente 4,8 milhões de pedidos de resgate de dinheiro esquecido. Saiba mais!
Até o último domingo (9), SVR já havia recebido aproximadamente 4,8 milhões de pedidos de resgate. No total, pessoas físicas e jurídicas com saldo esquecido nas instituições financeiras já puderam sacar R$ 342 milhões.
Além dos R$ 749 mil, houve outro resgate que chamou atenção. Acontece que, através do sistema do dinheiro esquecido, um usuário pode recuperar R$ 3,2 milhões. Porém, este saque foi feito por uma pessoa jurídica.
Consulte e saque o dinheiro esquecido
Para conseguir sacar o dinheiro esquecido, a pessoa física ou jurídica precisa, primeiro, verificar se tem algum valor a receber. Sendo assim, ela deve acessar o site do Banco Central e realizar a consulta com CPF e data de nascimento ou CNPJ e data de abertura do negócio.
Portanto, feita a consulta e constatado que há valores esquecidos em instituições financeiras, o interessado deve voltar ao site do BC para dar início ao resgate. É necessário fazer login com a conta Gov.br, dar aceite em alguns termos e verificar informações. O dinheiro esquecido é depositado em até 12 dias úteis.
Cuidado com os golpes
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Cabe destacar que é preciso ter atenção quanto aos golpes que fazem uso do nome do BC. Criminosos alertam as vítimas sobre a existência de dinheiro esquecido e solicitam o pagamento de uma quantia. Esse valor serviria para liberação de valores esquecidos.
Dessa forma, segundo a entidade, a pessoa não deve fazer pagamentos para acessar o sistema, uma vez que os serviços são gratuitos. Além disso, o recomendado é não clicar em links que pedem dados pessoais ou em endereços eletrônicos suspeitos enviados por redes sociais e SMS.
Imagem: Andrzej Rostek / shutterstock.com
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