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Sortudo resgata R$ 749 mil em sistema do BC: você também tem dinheiro esquecido?

Até o último domingo (9), SVR já havia recebido aproximadamente 4,8 milhões de pedidos de resgate de dinheiro esquecido. Saiba mais!

Adriane SacramentoPor Adriane Sacramento2 min de leitura
Citigroup

Uma pessoa física resgatou R$ 749 mil no Sistema Valores a Receber (SVR). Até o momento, este é o maior valor já recuperado na segunda fase do dinheiro esquecido em bancos e instituições financeiras. O resgate das quantias foi liberado no começo de março após quase um ano parado.

Até o último domingo (9), SVR já havia recebido aproximadamente 4,8 milhões de pedidos de resgate. No total, pessoas físicas e jurídicas com saldo esquecido nas instituições financeiras já puderam sacar R$ 342 milhões.

Além dos R$ 749 mil, houve outro resgate que chamou atenção. Acontece que, através do sistema do dinheiro esquecido, um usuário pode recuperar R$ 3,2 milhões. Porém, este saque foi feito por uma pessoa jurídica.

Consulte e saque o dinheiro esquecido

Para conseguir sacar o dinheiro esquecido, a pessoa física ou jurídica precisa, primeiro, verificar se tem algum valor a receber. Sendo assim, ela deve acessar o site do Banco Central e realizar a consulta com CPF e data de nascimento ou CNPJ e data de abertura do negócio.

Portanto, feita a consulta e constatado que há valores esquecidos em instituições financeiras, o interessado deve voltar ao site do BC para dar início ao resgate. É necessário fazer login com a conta Gov.br, dar aceite em alguns termos e verificar informações. O dinheiro esquecido é depositado em até 12 dias úteis.

Cuidado com os golpes

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Cabe destacar que é preciso ter atenção quanto aos golpes que fazem uso do nome do BC. Criminosos alertam as vítimas sobre a existência de dinheiro esquecido e solicitam o pagamento de uma quantia. Esse valor serviria para liberação de valores esquecidos.

Dessa forma, segundo a entidade, a pessoa não deve fazer pagamentos para acessar o sistema, uma vez que os serviços são gratuitos. Além disso, o recomendado é não clicar em links que pedem dados pessoais ou em endereços eletrônicos suspeitos enviados por redes sociais e SMS.

Imagem: Andrzej Rostek / shutterstock.com

Adriane Sacramento

Autor

Adriane Sacramento

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e redatora do Seu Crédito Digital desde 2022.

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