Os brasileiros podem receber uma boa notícia em breve. A prévia da inflação para o mês de junho mostra uma redução nos preços de alguns produtos. Dessa forma, a população pode esperar por compras de mercado mais baratas.
Suas compras de mercado podem ficar mais baratas em breve; saiba o porquê
Dados de especialistas em economia apontam para compras de mercado mais baratas. Veja como estão os preços de alguns alimentos!
Nos últimos anos, a população vem sofrendo com o aumento contínuo dos produtos nos supermercados. Por exemplo, o saco de arroz de 5kg, que chegou a custar R$ 50, ou o quilo da carne vermelha, que teve um forte aumento, ou ainda o preço do tomate.
Entretanto, os números do sexto mês do ano podem indicar o fim desse ciclo. Especialistas em economia acreditam que haverá uma redução no valor dos produtos que fazem parte dos grupos “Alimentos e Bebidas” e “Alimentação no domicílio”.
Prévia da inflação indica compras de mercado mais baratas
A prévia da inflação para o mês de junho mostra que as compras de mercado podem ficar mais baratas nos próximos meses, uma vez que houve uma redução no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para os alimentos.
Em maio de 2023, o IPCA para “Alimentos e Bebidas” estava em 0,94%. Para este mês é esperado uma redução de 0,51%. O mesmo acontece com o grupo “Alimentação no domicílio”, que sai de uma inflação de 1,02% para -0,81%.
Conforme os economistas, esses valores ainda não indicam que os preços voltarão ao mesmo patamar de 3 anos atrás (antes da pandemia de Covid-19), mas apontam para um período de moderação e uma possível estabilidade.
Alimentos que mais tiveram redução no preço
A prévia da inflação de junho mostrou quais produtos podem ajudar a deixar as compras de mercado mais baratas. De acordo com os números, os alimentos que tiveram a maior queda nos preços foram:
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- Produtos de óleo de soja: – 8,95%;
- Frutas: – 4,39%;
- Leite longa vida (leite de caixinha): – 1,44%;
- Carnes: -1,13%.
Se esse padrão continuar, a inflação dos alimentos em agosto deve ser de apenas 1%.
Imagem: Marcelo Callado / shutterstock.com
