Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Natal de 2023 deve movimentar R$ 68,97 bilhões em vendas, o que corresponde a um aumento de 5,6% no faturamento com vendas, descontada a inflação, se a previsão se concretizar.
Supermercados são destaque nas vendas de Natal
O destaque deve ficar com o ramo de hiper e supermercados em relação a movimentação financeira no Natal, que deve corresponder a 38,6%. Veja!
Dessa forma, o destaque deve ficar com o ramo de hiper e supermercados em relação a movimentação financeira no Natal, que deve corresponder a 38,6%, isto é, R$ 25,12 bilhões, do volume total. Assim, confira mais detalhes do levantamento da CNC!
Vendas de Natal
Além do segmento de hiper e supermercados, a pesquisa da CNC também apresentou outros setores que também devem ter participação relevante nas vendas de Natal, sendo eles:
- Hiper e supermercados: 25,12%;
- Vestuário, calçados e acessórios: 22,03%;
- Utilidades domésticas e eletroeletrônicos: 8,19%;
- Farmácias, perfumarias e cosméticos: 3,57%;
- Outros segmentos: 6,09%.
Já em relação aos preços, neste ano, os itens que mais subiram foram calçados infantis (+10,1%), livros (-9,9%) e perfumes (+8,5%). Por outro lado, muitos itens que são adquiridos nas compras natalinas tiveram redução de preço, como é o caso de alimentos (-0,7), equipamentos de TV, som e informática (-9,4%) e aparelhos telefônicos (-5,9%).
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Faturamento por Estado
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Além disso, a pesquisa da CNC ainda traz a estimativa do faturamento no Natal de 2023, de acordo com a unidade da federação. Confira:
- São Paulo: R$ 21,77 bilhões;
- Minas Gerais: R$ 6,12 bilhões;
- Rio Grande do Sul: R$ 5,26 bilhões;
- Rio de Janeiro: R$ 5,18 bilhões;
- Paraná: R$ 3,98 bilhões;
- Santa Catarina: R$ 3,45 bilhões;
- Bahia: R$ 2,48 bilhões;
- Goiás: R$ 1,90 bilhões;
- Ceará: R$ 1,56 bilhões;
- Espírito Santo: R$ 1,49 bilhões;
- Pernambuco: R$ 1,45 bilhões;
- Distrito Federal: R$ 1 bilhão;
- Demais Estados: R$ 13,33 bilhões.
Dessa forma, os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro irão concentrar mais da metade da movimentação financeira prevista para o Natal deste ano no país.
Imagem: Makistock / shutterstock.com
