No dia 12 de janeiro, a Justiça concedeu progressão do regime aberto a Suzane von Richthofen, que ficou presa no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, por 20 anos, após ter sido condenada por ter matado os pais.
Dessa forma, Suzane abriu seu próprio negócio na internet, o ateliê “Sú Entre Linhas”. Na página do Instagram, que ela abriu há quatro dias, anunciou a venda de alguns produtos, como chinelos decorados que podem ser adquiridos mediante encomenda pelo WhatsApp.
O ateliê
Embora, atualmente, more em Angatuba, cidade no interior paulista, os produtos da loja de Suzane são vendidos para todo o Brasil. Assim, o perfil na rede social, que é administrado por uma pessoa, Josiely, já conta com quase 6 mil seguidores.
Entre os comentários, nas três únicas publicações do perfil, há quem critique a ex-detenta, mas também há mensagens de apoio e até mesmo piadas acerca do assassinato. A página tem gerado uma grande repercussão, e foram criados perfis falsos se passando pelo ateliê de Suzane.
Fora da herança dos pais
O patrimônio dos pais de Suzane, o casal Manfred e Marísia von Richthofen, somava cerca de R$ 11 milhões. No entanto, a Justiça determinou “a exclusão, por indignidade, da herdeira Suzane Louise von Richthofen, relativamente aos bens deixados por seus pais, ora inventariados. Defiro o pedido de adjudicação formulado pelo único herdeiro remanescente, Andreas Albert von Richthofen”.
O crime
No dia 31 de outubro de 2002, Suzane, junto com seu namorado, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos, mataram os pais da jovem com marretadas na cabeça. Em vista disso, Suzane e Daniel foram condenados a 39 anos e 6 meses de detenção. Cristian recebeu uma pena de 38 anos e 6 meses de prisão. Contudo, todos estão em liberdade.
Imagem: Luara Leimig/TV Vanguarda
