A Taxa Selic, nossa taxa básica de juros, passa por constantes reavaliações. A cada 45 dias, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, faz uma reunião para definir a nova taxa básica de juros do Brasil. Com isso, todo o mercado econômico é automaticamente impactado.
Taxa Selic: veja as expectativas do mercado para a decisão do Copom nesta quarta
Confira neste artigo quais são as expectativas para a sétima reunião do Copom sobre a Taxa Selic! O mercado já alinhou as previsões.
Sendo assim, a próxima reunião começa amanhã (31), e, apesar o feriado, a avaliação vai até o dia 1º de novembro. Assim, continue a leitura e saiba quais são as expectativas do mercado para a próxima reunião do Copom.
O que o mercado espera do Copom para próxima taxa Selic?
Esta é a sétima reunião do Comitê em 2023, e especialistas apontam mais uma redução da taxa base de juros. Isso porque, em 2023, houve uma tendência de diminuição. Por exemplo, em janeiro deste ano, tínhamos uma taxa de 12,82%. Na última reunião do Copom, ela foi fixada em 12,75%.

Segundo o boletim Focus, realizado pelo Banco Central, a taxa deverá atingir 12,25% ao ano. Vale destacar que o boletim é uma pesquisa realizada com especialistas financeiros, e a diminuição de 0,5% foi apontada anteriormente em outros documentos.
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Na ata da última reunião, realizada em agosto, o próprio comitê declarou que o ritmo de cortes se adequaria à taxa. Desse modo, poderiam manter a política monetária contracionista (juros que não estimulam a economia), e consequentemente, regularizar a inflação. Ademais, a expectativa do mercado é que, ao fim do ano, o Copom defina a taxa Selic em 11,75%.
Impacto da mudança
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A taxa Selic é responsável por regularizar muitos aspectos do mercado financeiro. Afinal, é o instrumento que o Banco Central utiliza para controlar a inflação. Além disso, o movimento de bancos e instituições financeiras se adequam sempre que há a definição de uma nova taxa.
Por exemplo, quando acontece a diminuição da taxa, como provavelmente ocorrerá agora, o esperado é que o crédito fique mais barato. Isso porque, os bancos vão incentivar o acesso ao crédito, e a população terá acesso a empréstimos ou financiamentos de forma mais barata, estimulando a atividade econômica.
Quando ocorre o aumento da Selic, o acesso ao crédito fica mais caro. Logo, você paga mais no seu empréstimo e financiamento. Por um lado, pode ser benéfico para os bancos e instituições financeiras, contudo, pode facilitar casos de inadimplência, prejudicando a expansão da economia.
Imagem: Jo Galvao / Shutterstock.com
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