O Tribunal de Contas da União comunicou, na última segunda-feira, 19 de junho de 2023, que atendeu o requerimento do Deputado Federal, Kim Kataguiri (União Brasil) para monitorar os gastos relacionados ao cartão corporativo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
TCU vai apurar gastos de cartão corporativo do Lula; entenda
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Assim, a tendência é que a fiscalização acerca dos gastos do Presidente da República aumentem e sejam mais claras para a população. Inclusive, foi uma reportagem da Crusoé que fez com que o deputado entrasse com tal requerimento.
Afinal, a mídia apontou que Lula estava tendo gastos consideráveis com a ferramenta. Ademais, vale destacar que o cartão corporativo se tornou um assunto complexo, especialmente após a gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Fiscalização do cartão corporativo de Lula
Conforme Kataguiri, o deputado que teve a solicitação aprovada na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, realizou o pedido após a revista Crusoé publicar que a gestão atual estaria tendo gastos excessivos no cartão corporativo.
Dessa forma, o deputado recorreu ao TCU para questionar a veracidade e controle da ferramenta. Conforme Kataguiri “será possível verificar se tais despesas foram realizadas de maneira responsável, eficiente e em conformidade com as normas e regulamentos vigentes”.
Além disso, sobre o tema do cartão corporativo, o Tribunal de Contas da União fez questão de destacar que “a auditoria está em andamento e, depois de concluída, será apreciada em Plenário. Não há data prevista para que isso ocorra”.
Gestão Bolsonaro
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O TCU instaurou, em fevereiro de 2022, uma investigação acerca dos gastos no cartão corporativo do então presidente, Jair Bolsonaro. O Senador da República, Fabiano Contarato (PT), foi quem solicitou tal ação em 2020.
Em suma, o Tribunal de Contas da União mostrou que o capitão reformado excedeu os gastos no cartão comparativo quando comparado aos presidentes anteriores. Por exemplo, até dezembro do ano passado, Bolsonaro havia gastado R$ 29,6 milhões em sua gestão, montante 18,8% superior à “gestão” Dilma-Temer”.
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com
