Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Tebet prevê possibilidade para queda da taxa de juros em 45 dias; entenda

A ministra do Planejamento falou sobre as possibilidades de uma redução na taxa de juros pelo Banco Central. Confira!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Ministra do Planejamento, Simone Tebet, falando sobre a necessidade de baixar a Selic

Nesta quarta-feira (22), a ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse que, se o arcabouço fiscal apresentado pelo governo for considerado positivo, a taxa básica de juros deve começar a apresentar queda em 45 dias, ou seja, a partir da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

O texto que cria uma nova regra fiscal para a substituição do teto de gastos tem sido desenvolvido pela equipe do Governo e deve ser apresentado no mês de abril, após a viagem do presidente Lula (PT) à China. 

A Selic atual, a 13,75%, tem sido alvo de críticas por integrantes do Governo Federal. A reunião para saber se haverá ou não uma diminuição pelo Banco Central se encerra hoje (22).

As informações foram divulgadas pelo g1. 

Redução da taxa de juros com o arcabouço fiscal

Para Tebet, caso a nova regra, a qual ela ajudou a desenvolver, seja bem aceita, na próxima reunião do Copom, agendada para o início do mês de maio, a queda da Selic deve ser anunciada. 

Isso significa que os preços dos produtos e dos empréstimos tendem a ficar mais baratos para os brasileiros. Assim, a economia voltará a caminhar para a geração de empregos, conforme apontou a ministra. 

Ainda sobre a necessidade da redução da Selic, a chefe da pasta afirmou que é preciso que o Brasil faça “o dever de casa” com a contenção de gastos e da dívida pública. A entrevista foi concedida à rádio Capital, do Mato Grosso do Sul. 

Sobre o que trata o novo arcabouço fiscal?

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

O novo arcabouço fiscal deve ditar as regras fiscais para o país, em substituição do atual teto de gastos, que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior. O teto é criticado pelo governo Lula que acredita que, nos últimos anos, foi responsável por impedir o investimento em áreas essenciais, como saúde e educação, impactando diretamente a economia do país. 

Ainda não foram divulgados maiores detalhes sobre a nova proposta a ser apresentada pelos membros da equipe econômica. Contudo, de acordo com especialistas, a regra é fundamental para a redução das dívidas públicas. 

Imagem: Isaac Fontana/shutterstock

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

Topicos relacionados