O tempo para a emissão do visto para os Estados Unidos pode chegar a, no máximo, 30 dias. Isso se deve ao pedido que a U.S Travel Association fez ao Governo Americano. O pedido da representante dos segmentos do turismo no país tem como objetivo facilitar a entrada dos viajantes aos Estados Unidos.
Tempo para emissão de visto norte-americano pode chegar a 30 dias no máximo
Atualmente, estados como São Paulo, Recife e Brasília enfrentam demora de mais de 400 dias para a emissão do visto. Entenda o que deve mudar
O processo para a emissão do visto norte-americano, em São Paulo, por exemplo, passa dos 600 dias e no Rio de Janeiro, Recife e Brasília, 400. Contudo, não são apenas os brasileiros que enfrentam a demora para conseguir o visto de turismo, conhecido como B1/B2. Isso porque a Índia e o México também estão registrando demora na emissão.
Diante disso, as empresas e comerciantes norte-americanos que atuam com o setor do turismo no país estão bastante incomodados, já que a demora atrapalha a entrada de viajantes, prejudicando, consequentemente, o setor. Isso levou a U.S Travel Association a fazer o pedido ao governo do país.
Filas afastam turistas dos Estados Unidos
De acordo com o presidente da U.S Travel Association, Geoff Freeman, as filas estão afastando os turistas dos Estados Unidos. Ao participar, nessa terça-feira (23), da maior feira de turismo do país, a IPW, Freeman afirmou que “os viajantes não vão esperar tanto tempo para entrar nos EUA. Isso está fazendo com que famílias inteiras escolham outros lugares para visitar”.
O presidente da associação afirmou ainda que 40% dos turistas dos Estados Unidos atualmente precisam desse visto pela primeira vez.
U.S Travel Association pediu agilidade no processo do visto
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Assim, a U.S Travel Association pediu agilidade no processo do visto. Com o pedido, o tempo de espera poderá chegar a, no máximo, 30 dias. “O Departamento de Estado sabe desses problemas e vem trabalhando nisso, mas ainda é insuficiente. Estamos trabalhando para trazer os visitantes de volta depois da pandemia. Precisamos nos manter competitivos”, disse Freeman.
Imagem: ArtWell / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
