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Trabalhadores se surpreendem com super aumento de 538% em benefício

O valor do benefício estava estagnado desde de 2008 e só foi atualizado em 2023. Entretanto, não a primeira tentativa de aumento. Veja mais!

Victoria AmaralPor Victoria Amaral2 min de leitura
Mãos contando cédulas de R$ 50. Ao fundo, camisa preta

Mais uma vitória dos trabalhadores! Dessa vez, a conquista foi dos funcionários no Instituto Estadual do Ambiente (INEA) em relação ao aumento do valor do auxílio alimentação que recebem. O benefício não tinha atualização desde 2008, quando ocorreu a criação dele.  

O reajuste teve aprovação unânime pelo Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal do Estado do Rio de Janeiro (CSRRF). O auxílio alimentação estava fixado em R$ 8,13, mas após a aprovação do reajuste aumentará para R$ 43,82.  

Pedido 

A proposta de compensação financeira foi então apresentada pelo INEA e a aprovação aumenta em 538% o valor do auxílio alimentação. Mas antes, o pedido teve de de passar por estudos do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro para avaliar os impactos nas contas. 

Os relatórios foram de produção do INEA, pela Gerência de Gestão e Resultados e pela Gerência Financeira. Desse modo, os levantamentos desse estudo foram as principais ferramentas na discussão da Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade junto ao Governo do Estado. 

O vice-governador do estado e secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha falou que o aumento é uma vitória para o poder público. Ele ainda afirmou que o corpo técnico do INEA é o mais qualificado da gestão ambiental do país. 

Aumento do auxílio

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Não é a primeira vez que o auxílio alimentação dos servidores do INEA é alvo de discussões. Em maio de 2022, a Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ) aprovou um projeto de lei que propôs o reajuste no valor do benefício. No texto, o Poder Executivo teria a autorização para atualizar o valor a cada mês de janeiro, baseado na inflação acumulada nos 12 meses anteriores. O autor foi o deputado estadual Carlos Minc. 

Ele afirmou que o valor de R$ 8,13 por dia trabalhado não tinha aumento desde de março de 2008, quando houve a criação desse benefício. Quando o texto foi apresentado, o deputado calculou que aumento deveria ter recomposição de 121,75%, passando para R$ 18,03 diários.

Imagem: Vergani Fotografia / Shutterstock.com

Victoria Amaral

Autor

Victoria Amaral

Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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