Uma das primeiras iniciativas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao tomar posse como presidente da República em 2023, foi retomar o Bolsa Família, programa de transferência de renda que fez sucesso em seus mandatos anteriores. Neste governo não tem sido diferente, visto que o Bolsa Família é o grande trunfo da gestão petista.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Quaest em todo o Brasil, o Bolsa Família, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, é considerado a medida mais positiva realizada pelo governo Lula, para a população. Veja mais detalhes da pesquisa!
Bolsa Família turbinado
Atualmente, cerca de 21 milhões de famílias são contempladas por pelo menos R$ 600,00 do Bolsa Família que, neste ano, foi turbinado com benefícios adicionais, como o Benefício Primeira Infância: R$ famílias com crianças de até 6 anos recebem 150,00 mensais.
Há também o Benefício Variável Familiar, que contempla famílias com gestantes, ou com crianças e adolescentes de idade entre 7 e 18 anos incompletos com R$ 50,00 mensais. Dessa forma, apenas nos seis primeiros meses de governo Lula, o Bolsa Família retirou 18,5 milhões de famílias da linha da pobreza.
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O principal requisito para integrar o programa social é que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Além disso, é preciso ter renda familiar mensal de até R$ 218,00 por pessoa.

Notícia mais positiva do governo Lula
Na pesquisa, o Instituto Quaest realizou uma pergunta espontânea aos entrevistados (não foram indicados temas), sobre “Qual a notícia mais positiva que você ouviu do governo Lula?”. As dez notícias mais citadas foram:
- Bolsa Família de 600 com mais 150 para criança: 9%;
- Diminuição de preços (inflação): 9%;
- Proteção da Amazônia e/ou povos indígenas: 4%;
- Relançou o Minha Casa, Minha Vida: 3%;
- Aumentou o salário mínimo acima da inflação: 3%;
- Ajuda/Benefícios para os mais pobres: 3%;
- Trouxe investimentos estrangeiros para o Brasil: 2%;
- Lançou o programa Desenrola para renegociar dívidas: 2%;
- Investimento em saúde e educação: 1%;
- Políticas de emprego e aposentadoria: 1%.
Imagem: Reprodução/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
