Após um longo período de pausa no Sistema de Valores a Receber (SVR), o Banco Central informou que a plataforma estará disponível novamente em sua totalidade a partir do dia 7 de março, às 10 horas. Dessa forma, mais de 38 milhões de cidadãos poderão sacar o dinheiro, 643 mil deles com direito a mais de R$ 1 mil.
URGENTE: BC anuncia data de retorno do Valores a Receber
A plataforma do Valores a Receber já tem data de retorno e a consulta acontecerá em breve. Veja quem pode ter dinheiro e como sacá-lo!
Anteriormente, o BC liberou apenas um lote para consulta e, com a reabertura do SVR, algumas novidades já foram anunciadas. Por exemplo, uma sala de espera virtual, a impressão de telas e até mesmo o acesso a valores de uma pessoa falecida.
Principais mudanças na reabertura do Sistema de Valores a Receber
A solicitação de saque dos valores poderá ser feita apenas no dia 7. Contudo, a partir das 10 horas de amanhã (28), as consultas estarão abertas para quem acessar o site https://valoresareceber.bcb.gov.br/.
Entre as melhorias feitas para o usuário do sistema, pode-se destacar:
- Inclusão completa de todos os tipos de valores disponíveis para saque;
- Acesso à plataforma sem agendamento, através de uma sala virtual de espera;
- Possibilidade de herdeiros ou representantes de pessoas falecidas realizarem a consulta;
- Maior transparência para acesso de pessoas que possuem contas conjuntas;
- Compartilhamento da tela de consulta através de aplicativos como o WhatsApp.
Segundo o BC, as mudanças foram realizadas para oferecer maior segurança e praticidade para os usuários.
O que é o Sistema de Valores a Receber?
O SVR é um serviço em que qualquer brasileiro pode consultar se existe algum dinheiro esquecido ou não sacado em uma instituição bancária, consórcio ou outros. Caso haja, há um passo a passo de como resgatar o valor.
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Atualmente, ainda há cerca de R$ 6 bilhões de valores a receber. Estes, em geral, contemplam:
- Contas encerradas com saldo disponível;
- Capitais de rateio ou saldo de cooperativas que não foram sacados;
- Devolução de tarifas cobradas de forma errada;
- Despesas ou parcelas de operações de crédito cobradas em duplicidade ou que tiveram comprovação de fraude, entre outros.
O Banco Central alerta para o cuidado com links enviados via redes sociais ou contatos de intermediários que oferecem o serviço. Isso porque o acesso é totalmente gratuito e exclusivo para cada usuário.
Imagem: Alexandre Zorek / shutterstock.com
