Na última quinta-feira (11), a C&A Brasil divulgou seu balanço do primeiro trimestre de 2023, apresentando um prejuízo no valor de R$ 126,3 milhões. Porém, ainda representa uma melhora de 17% em relação ao mesmo período de 2022.
Vai fechar? C&A registra prejuízo milionário
Nesta quinta-feira (11), a C&A apresentou seus resultados do primeiro trimestre de 2023. Confira a situação da varejista!
De acordo com a varejista, embora tenha sido um período desafiador, com um consumo fraco, um menor poder de compra dos clientes e uma concorrência acirrada – especialmente do comércio eletrônico internacional -, foi um início de ano sólido.
Resultados da C&A
Em contrapartida, a receita do primeiro trimestre registrou alta de 19,5% em relação ao mesmo período de 2023, alcançando R$ 79,2 milhões. Já os serviços financeiros apresentaram um resultado negativo em R$ 23,4 milhões.
Após se empenhar na gestão de custos e despesas, a C&A reduziu as despesas operacionais em 12,5%, o que gerou uma alta significativa no Ebitda, com uma margem passando de 620 pontos-base para 6,2%.
Renner vai comprar a C&A?
No início deste ano, circulava a notícia de que a Lojas Renner estava em tratativas para adquirir a C&A. No entanto, em comunicado enviado ao mercado acerca de questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários sobre o tema, a Renner negou que estivesse negociando a compra de sua rival.
A Renner esclareceu que a informação de que estaria negociando a compra da operação brasileira da C&A não procede.
No entanto, desde 2021, a compra já esteve no radar dos investidores e analistas de mercado, quando analistas da XP apontaram que a combinação da Renner e C&A seria positiva estrategicamente.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Competição justa
O crescimento do comércio eletrônico internacional – principalmente da Shopee, Shein e AliExpress – fez com que as varejistas brasileiras pressionassem o governo federal por medidas que tornem a competição mais justa. Paulo Correa, CEO da C&A, afirmou que a competição precisa ser justa e igual e, se não for, tem que ser corrigida.
Imagem: Tupungato / Shutterstock.com
