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Valores a Receber: quais são as próximas etapas para pegar o dinheiro?
Na segunda fase do Sistema Valores a Receber do Banco Central, será possível sacar dinheiro de mais sete fontes diferentes.
O Sistema Valores a Receber do Banco Central foi aberto no dia 14 de fevereiro deste ano e até o último dia da primeira fase, que ocorreu no dia 16 de abril, cerca de R$ 4 bilhões voltaram para as pessoas que tinham direito.
Entretanto, em decorrência do alto número de pessoas com valores a receber e do devido ao elevado montante de dinheiro a ser pago, para que tudo ocorra de forma organizada, algumas etapas precisaram ser criadas.
Segunda fase
Prevista para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas ao Sistema Valores a Receber do Banco Central segue sem data definida. O início da segunda etapa teve que ser adiado em decorrência da greve dos servidores do órgão, que teve início no dia 1º de abril.
Ao ser questionado sobre o assunto, o órgão monetário afirmou que “o cronograma e as informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”.
O sistema Valores a Receber passou por uma reformulação e após o adiamento devido à greve, ainda não há previsão de quando ele estará disponível novamente ao público. Essa reformulação traz melhorias, como:
- O cidadão não precisará agendar mais o resgate, pois será possível solicitar o recolhimento dos valores na primeira consulta;
- Ainda que na primeira fase o cidadão não tenha tido valores a receber, deve consultar novamente, pois, nesta segunda etapa, as instituições financeiras irão realizar o repasse de novas informações ao sistema, podendo haver uma nova quantia.
Fontes dos valores
Por fim, na segunda fase do Sistema Valores a Receber, será possível sacar dinheiro de mais sete fontes diferentes:
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- Contas de pagamento pré-paga e pós-paga que foram fechadas com saldo disponível;
- Tarifas cobradas indevidamente, que não estavam previstas em Termos de Compromisso assinados pela instituição financeira com o Banco Central;
- Contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e por sociedades que distribuem títulos, assim como quantias mobiliárias para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível;
- Entidades em liquidação extrajudicial;
- Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop);
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
- Parcelas ou obrigações relacionadas a operações de crédito cobradas de forma indevida, não previstas em Termos de Compromisso assinados pela instituição financeira com o Banco Central.
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Imagem: Alexandre Zorek / Shutterstock.com
