A partir do mês de junho, os beneficiários do Bolsa Família poderão contar com novos valores do programa. Desde a reformulação, o Governo Federal tem priorizado a composição familiar para melhor atender os brasileiros em situação de vulnerabilidade social.
Em março, além dos R$ 600, um adicional de R$ 150 foi liberado para crianças menores de seis anos. Desde então, os cidadãos podem ter o valor do auxílio mensal ampliado de forma significativa a depender do número de crianças dentro da faixa etária.
Para o mês que vem, novas quantias passarão a integrar o Bolsa Família destinadas para diferentes grupos que ainda não foram atendidos. Contudo, para receber é preciso estar atento aos critérios e se enquadrar nas regras determinadas.
Adicionais do Bolsa Família: quem recebe?
Os adicionais do Bolsa Família são os seguintes:
- R$ 150: crianças menores de seis anos;
- R$ 50: gestantes;
- R$ 50 lactantes;
- R$ 50: crianças e jovens com idades entre 7 e 18 anos.
Além dos adicionais, o programa passará a adotar um novo critério para pagar o valor principal do programa. Cada pessoa da família terá que contar com, pelo menos, R$ 142. Assim, famílias mais numerosas poderão ter um valor base maior que os R$ 600.
Critérios do Bolsa Família
Para receber o Bolsa Família, os critérios exigidos são:
- Renda mensal per capita de até R$ 218;
- Inscrição regular no Cadastro Único;
- Acompanhamento nutricional para crianças;
- Acompanhamento médico para gestantes;
- Frequência escolar satisfatória entre crianças e jovens;
- Carteira de vacinação infantil regular.
Dessa forma, para manter os pagamentos mensais do benefício, as famílias precisam se adequar a todas as regras acima. Caso contrário, o auxílio pode ser suspenso e até mesmo cancelado. Por fim, os valores são depositados no Caixa Tem nos dez últimos dias úteis de cada mês, conforme o número final do NIS (Número de Identificação Social).
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