Muitos brasileiros têm o sonho de sair do Brasil e a Itália acaba se tornando um destino possível para viver e trabalhar. Dessa forma, é importante estar a par sobre o funcionamento do país, especialmente em relação ao custo de vida.
Veja como é viver e trabalhar na Itália, onde brasileiros podem ganhar salário médio de R$ 12 mil
Saiba mais informações sobre como é viver e trabalhar na Itália, um dos destinos mais buscados pelos brasileiros!
Portanto, saiba mais informações sobre os valores que uma pessoa pode receber, como um salário médio de R$ 12 mil, e os demais valores sobre os serviços do cotidiano. Continue a leitura!
Quais são os custos de viver e trabalhar na Itália?

O Brasil possui a maior comunidade de descendentes de italianos fora da Itália, com mais de 25 milhões de pessoas elegíveis para a dupla cidadania. Até 2022, mais de 157 mil brasileiros residiam no país, conforme dados do Itamaraty.
Os salários são negociados entre trabalhadores e sindicatos, com uma média anual bruta de 27 mil euros (R$ 144 mil) por trabalhador em 2022, segundo o Instituto Nacional de Estatística (Istat) do governo italiano. Isso equivale a 2.250 euros (R$ 12 mil) por mês para viver e trabalhar na Itália, portanto.
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Comparativamente, a média europeia de salários é 12% superior (30.240 euros anuais), chegando a 23% a mais em relação à Alemanha (33.210 euros por ano), considerando a paridade do poder de compra. Ademais, o custo do aluguel em Roma varia de 600 euros (R$ 3.200) a 1.000 euros (R$ 5.400). Contudo, os gastos no país podem variar de acordo com a cidade, considerando o nível de turismo.
Como é o regime trabalhista no país europeu?
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Para viver e trabalhar na Itália, é importante saber como se dá a estruturação dos contratos de trabalho e os benefícios correspondentes a partir da determinação coletiva por setor. Logo, eles são definidos através dos Contratti Collettivi Nazionali di Lavoro (CCNL). Dessa forma, esses acordos frequentemente abrangem vantagens como 13º e 14º salários, juntamente com férias remuneradas.
A jornada de trabalho padrão é de 40 horas semanais, podendo se estender para até 50 horas em circunstâncias específicas. Quanto às horas extras, há um limite definido por setor, geralmente não ultrapassando 250 horas anuais. Ademais, deve-se compensar obrigatoriamente com remuneração adicional.
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