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Zuckerberg vai começar a cobrar para usar WhatsApp, Facebook e Instagram?

Existe a preocupação de que usuários regulares tenham que pagar para utilizar o WhatsApp, Facebook e Instagram.

Adriane SacramentoPor Adriane Sacramento2 min de leitura
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A empresa Meta, que administra as redes sociais Facebook e Instagram, e também o aplicativo de mensagens WhatsApp, divulgou que as plataformas poderão ter funcionalidades pagas. Inclusive, segundo a companhia, já existe uma equipe responsável para desenvolver esses recursos.

Quem divulgou essas informações foi o portal especializado em tecnologia The Verge, que teve acesso a um documento interno da Meta. No material, consta o registro para criação de uma nova divisão da empresa, comandada por Mark Zuckerberg, que foi nomeada como “Novas Experiências Monetizadas”.

Será necessário pagar para usar WhatsApp, Facebook e Instagram?

Essa necessidade ainda não está clara. Não se sabe quais são as funcionalidades extras, o que elas fazem e quais serão os seus valores. O que se tem conhecimento é elas estarão dentro das três plataformas do grupo Meta.

Ao The Verge, o executivo da empresa John Hegeman, responsável por esse setor, contou que a Meta quer acompanhar as transformações do mercado. Recentemente, plataformas como Telegram, Twitter e Snapchat, lançaram assinaturas mensais.

Cabe destacar que, atualmente, o Facebook e o Instagram têm alguns recursos pagos, que não foram criados para os usuários regulares das plataformas e sim para os produtores de conteúdo. 

Qual era a principal fonte de lucro da Meta?

Em linhas gerais, ao disponibilizar aplicativos gratuitos, a Meta tinha como principal fonte de lucro o mercado publicitário. Uma vez que cobrava apenas os anunciantes, a empresa impedia que o mesmo fosse feito com os usuários regulares.

No entanto, diante do recuo registrado nos investimentos em publicidade digital, diversas companhias passaram a se interessar na chamada “publicidade direcionada” nessas plataformas.

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Por fim, em relação aos serviços pagos da Meta, Hegeman disse que eles não devem passar a ser a principal fonte de renda da empresa. O executivo contou, no entanto, sobre um horizonte de 5 anos para que esses recursos comecem a proporcionar diferença. Até o momento, eles seguem sendo vistos somente como uma diversificação dos negócios.

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Imagem: Kostenko Maxim / shutterstock.com

Adriane Sacramento

Autor

Adriane Sacramento

Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e redatora do Seu Crédito Digital desde 2022.

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