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200 lojas podem parar de funcionar HOJE (16/11) por causa de greve salarial

Centenas de lojas irão parar de funcionar nesta quinta-feira em razão de uma greve por melhores condições de trabalho. Entenda!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Foto de trabalhadores segurando cartazes em protesto. greve no metrô

Cerca de 200 lojas correm o risco parar de funcionar nesta quinta-feira (16) em decorrência de uma greve. Essa manifestação, portanto, reivindica melhoras nas remunerações e nas condições de trabalho, por exemplo.

Trata-se, portanto, das unidades da cafeteria Starbucks nos Estados Unidos. A iniciativa para esses protestos é do sindicato Starbucks Workers United. Saiba mais informações sobre essas paralisações na sequência.

Lojas do Starbucks podem parar de funcionar em razão de uma greve

Fachada da cafeteria Starbucks e o logo da empresa.
Imagem: Instrumenta / Shutterstock.com

O Starbucks Workers United representa milhares de funcionários da empresa nos EUA. Dessa forma, neste dia 16, a expectativa é de que 200 lojas da marca, aproximadamente, parem de funcionar em razão dessa greve salarial.

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Logo, entre as demais reivindicações, também estão as questões de horário, por exemplo. Entre o sindicato e a empresa, já existe uma briga acirrada desde o surgimento dessa organização dos trabalhadores em 2021.

Ainda, o dia 16 de novembro é uma data importante para a Starbucks nos EUA. Logo, trata-se do dia do Red Cup (Copo Vermelho), em que há a distribuição de copos reutilizáveis com temas natalinos aos seus clientes.

Como se dará a paralisação?

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Cada unidade da marca envolvida nos protestos organizará as suas manifestações de maneira diferente. Sendo assim, algumas lojas irão parar de funcionar durante greve na maior parte do dia. Já outras deixarão de atender a clientela por apenas algumas horas.

Sendo assim, as manifestações servirão para chamar a atenção da empresa, que se nega a fazer a negociação de contratos com as lojas sindicalizadas de maneira justa. Em dias promocionais, por exemplo, a reclamação gira em torno da falta de funcionários para atender uma grande quantidade de clientes. A alegação do sindicato é de sobrecarga desses profissionais.

No total, há cerca de 10 mil lojas espalhadas em todo o país norte-americano. Segundo a empresa, ela não espera grandes interrupções nesse dia, mesmo que algumas dessas lojas parem de funcionar.

Imagem: voy ager / shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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