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4 alimentos de origem animal mais fraudados no Brasil; você consome algum da lista?

Descubra os alimentos de origem animal mais fraudados no Brasil, segundo o Mapa. Saiba identificar e como são falsificados.

Isabelle SantosPor Isabelle Santos3 min de leitura
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Diante do aumento de denúncias de fraudes e falsificações no setor alimentício brasileiro, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou um levantamento, focando-se na origem animal. Esse estudo, realizado nos anos de 2022 e 2023, permitiu a identificação dos quatro alimentos mais fraudulentos no país, proporcionando uma visão detalhada quanto a gravidade da situação.

Ainda, a fraude ocorre sempre que há uma alteração intencional no conteúdo de um alimento. Seja pela adição ou substituição de ingredientes, ou mesmo pela distorção de etiquetas, de acordo com informações do portal de notícias G1.

Quais são os Alimentos mais Fraudados no Brasil?

A imagem mostra diversos alimentos como laticínios, frutas, vegetais e afins.
Imagem: bearfotos/ Freepik

Nesse sentido, o Mapa descobriu uma série de fraudes em produtos de origem animal comercializados no Brasil. As principais foram:

Manteiga

O problema encontrado em algumas marcas deste produto é a adição de gordura vegetal em substituição ao creme de leite. Em junho de 2022, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) examinou 160 amostras de manteiga apreendidas nos estados do Pará, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A análise das amostras revelou a presença de gordura vegetal em muitas delas.

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Mel

Declarado por muitas marcas como “puro”, o mel deve ser um alimento natural, livre de aditivos e sem passar por processos de filtragem ou aquecimento. No entanto, várias marcas foram flagradas usando a falsa informação de “mel puro” para enganar os consumidores. Em setembro de 2022, de 140 marcas investigadas, 28 apresentavam irregularidades, como adição de açúcar, frutose de milho e glucose.

Pescados

Além disso, um problema comum em relação a pescados é a identificação incorreta das espécies para aumentar o lucro. Em fevereiro e março, após testes de DNA em 157 amostras de peixe, o Ministério da Agricultura descobriu que seis marcas estavam trocando espécies de peixes por outras menos valiosas.

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Requeijão

À vista disso, a fraude mais comum relacionada ao requeijão é a adição de amido, que deve estar claramente indicada no rótulo com “Mistura de Requeijão e Amido”. Em uma inspeção nas fábricas do produto em março, descobriram que de 179 amostras, nove tinham amido sem a devida identificação no rótulo.

Por fim, caso suspeite que foi vítima de uma fraude alimentar, há formas de denunciar. Poderá uma registrar a ocorrência junto à Vigilância Sanitária do seu município ou do estado, ou denunciar on-line na plataforma Fala.BR, do Ministério da Agricultura.

Imagem: bearfotos/ Freepik

Isabelle Santos

Autor

Isabelle Santos

Graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana -BA.

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