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65 mil famílias que perderão benefício de R$ 380 podem ser ‘abraçadas’ pelo Bolsa Família; entenda

Cerca de 65 mil famílias irão deixar de receber um benefício no valor de R$ 380,00 e poderão migrar para o Bolsa Família. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Família composta por uma senhora adulta e duas crianças em frente a uma casa com cartão Bolsa Família

Na última quarta-feira (5), o deputado estadual Andrezinho Ceciliano (PT) e representantes dos governos estadual e federal se reuniram na sede do Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate a Fome, em Brasília, para resolver o destino de 65 mil famílias do Estado do Rio de Janeiro que irão deixar de receber os R$ 380,00 do programa social Supera Rio.

No encontro, o deputado Andrezinho propôs que as famílias atendidas pelo benefício estadual façam a migração para o Bolsa Família, do Governo Federal. De acordo com o parlamentar, os representantes estaduais apresentaram o cadastro das famílias inscritas no Supera RJ para a equipe técnica do Ministério do Desenvolvimento Social, que irá analisar como fazer a migração.

Supera RJ

Criado por meio da Lei 9.191/21, o programa Supera RJ foi implementado durante a pandemia da Covid-19 como um auxílio emergencial às famílias que se encontravam em situação de vulnerabilidade social e estava previsto para ser pago até dia 31 de dezembro de 2023. No entanto, no mês passado, os repasses do benefício chegaram ao fim.

De acordo com José Carlos Simonin, subsecretário de Governança e Gestão da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, o governo estadual pretendia pagar o Supera RJ até o final deste ano, porém não pôde continuar, pois como o estado se encontra em Pacto de Recuperação Fiscal, por lei o governo é obrigado a encerrar o programa, já que a emergência da pandemia chegou ao fim.

Quem tinha direito ao benefício

O Supera RJ pagava o valor mínimo de R$ 210,00 por mês. Além disso, também era pago um adicional de R$ 50,00 por filho (limitado a duas crianças) e um vale-gás no valor de R$ 80,00, chegando a um valor médio de R$ 380,00 mensais.

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Para receber a quantia era preciso que as famílias estivessem inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que não fizessem parte de nenhum outro programa social, como o Bolsa Família.

Imagem: Bruno Cesar Spada/ Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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