A partilha de bens é essencial em diversos momentos da vida, como divórcios, óbitos e encerramento de sociedades. Seu objetivo primordial é distribuir justa e legalmente propriedades, ativos e passivos entre pessoas, seguindo as leis específicas.
Afinal, como a partilha de bens funciona?
A partilha de bens envolve muitas questões. Confira aqui uma lista de coisas que podem ser partilhadas e tire suas dúvidas.
Cada cenário apresenta desafios únicos, exigindo conhecimento jurídico e um processo estruturado. Nesse sentido, nós iremos explicar como a partilha de bens funciona em diferentes contextos; acompanhe.
Quando a partilha de bens pode acontecer?

Quando um casal decide se divorciar ou se separar, a partilha de bens é usada para dividir os ativos adquiridos durante o casamento, de acordo com o regime de bens escolhido. Da mesma forma, após a morte de alguém, a partilha de bens é utilizada para distribuir a herança do falecido entre os herdeiros legais.
Além disso, o processo também serve para quando uma sociedade comercial é encerrada, seja por decisão dos sócios ou por motivos legais. Ademais, outra situação onde a partilha de bens é usada é em casos de falência de uma empresa. Sendo assim, os ativos da empresa falida são vendidos e os recursos são distribuídos entre os credores de acordo com uma ordem de prioridade estabelecida pelas leis.
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Em todos esses cenários, a partilha de bens envolve a identificação, avaliação e distribuição dos ativos e passivos de maneira justa e equitativa, de acordo com a legislação.
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Quais são os bens que podem ser partilhados?
- Qualquer imóvel registrado no nome das partes envolvidas no processo, tais como casas, chácaras, terrenos, apartamentos etc.;
- Carros, motos, barcos e outros veículos registrados;
- Todas as contas bancárias, incluindo contas correntes e poupanças;
- Títulos, ações, fundos mútuos e outros investimentos e ativos financeiros;
- Bens móveis em geral, o que abrange itens pessoais e que estejam dentro das propriedades, como móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e outros objetos de valor;
- Se o casal ou uma das partes for proprietário de um negócio, a empresa e seus ativos podem entrar na partilha, dependendo das leis e acordos prévios;
- Além de ativos, as dívidas e obrigações financeiras, como empréstimos, hipotecas e cartões de crédito conjuntos, também podem ser consideradas;
- Heranças e doações.
Imagem: Andrii Yalanskyi/ shutterstock.com
