Em 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de quatro marcas de azeite e uma pimenta-do-reino, devido a resultados insatisfatórios em laudos de análise fiscal.
Anvisa ordena retirada de 4 marcas de azeite e pimenta-do-reino das prateleiras dos supermercados
Anvisa proibiu a venda de quatro marcas de azeite e uma pimenta-do-reino. Descubra os motivos surpreendentes!
Essa medida foi tomada após a identificação de irregularidades que colocavam em risco a saúde dos consumidores e comprometiam a qualidade dos produtos.
Marcas de azeite proibidas pela Anvisa

A Anvisa vetou os azeites de oliva extra virgem das marcas Torre de Quintela, Malangueza e Olivenza, fabricados pela Olivenza Indústria de Alimentos Ltda.
Os produtos apresentaram índices de refração e iodo acima do recomendado, descaracterizando-os como azeites puros. Além disso, foi proibido o comércio de um lote do azeite de oliva extra virgem Lisboa.
Segundo a Anvisa, o azeite Lisboa apresentou, conforme laudo de análise fiscal, perfil de ácidos graxos, determinação de ácidos graxos monoinsaturados, determinação de ácidos graxos poli-insaturados e pesquisa de matérias estranhas acima das faixas recomendadas. A agência determinou que a Natural Óleos Vegetais e Alimentos Ltda removesse o estoque existente no mercado do azeite em questão.
Pimenta-do-reino contaminada
A Anvisa também proibiu a comercialização e determinou o recolhimento de todos os lotes com data de fabricação 07/2016 da pimenta-do-reino em pó preta da marca Brusto.
A medida foi motivada pelo laudo de análise fiscal definitivo 383.1P.0/201, que detectou a presença de pelos inteiros e fragmentos de roedores (indicando risco) e de insetos (indicando falhas nas boas práticas) no produto.
Resposta das empresas em relação ao veto da Anvisa
Em nota enviada à revista Veja, a Distribuidora de Produtos Brusto LTDA, responsável pela pimenta-do-reino em pó preta Brusto, afirmou que todos os produtos já haviam sido retirados do mercado.
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A Olivenza Indústria de Alimentos LTDA, responsável pelos azeites extra-virgem Torre de Quintela, Olivenza e Malangueza, afirmou que estava “à disposição para análises necessárias dos órgãos competentes de avaliação dos produtos, afinal, primamos pela qualidade atendendo sempre os requisitos exigidos”.
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A Natural Óleos Vegetais e Alimentos Ltda, responsável pelo azeite extra-virgem Lisboa, informou que desde 2016 o referido lote estava fora das prateleiras brasileiras.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom/ shutterstock.com
