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Anvisa proíbe procedimento estético mas muitas pessoas seguem fazendo

Anvisa proíbe procedimento estético, mas empresário entra na Justiça para suspender a decição. Clique para entender

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
celular com logo da Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe procedimento estético, mas empresário entra com ação para continuar oferecendo o serviço. No entanto, a Justiça Federal decidiu manter a decisão do órgão do governo. 

Em 2009 a Anvisa proibiu o bronzeamento artificial para fins estéticos. Contudo, 14 anos depois, a resolução ainda é motivo de debate. Isso porque um empresário de Tubarão, em Santa Catarina, estava contestando a proibição na Justiça. 

Através do processo, o empresário buscava conseguir a revogação da norma para poder oferecer o serviço de bronzeamento artificial. Ações coletivas no estado de São Paulo seguiram o mesmo caminho e conseguiram a liberação para continuar com as câmaras de bronzeamento. 

Procedimento estético que pode causar câncer

O bronzeamento artificial utiliza luz ultravioleta para replicar a ação do sol na pele humana. Com isso, a pessoa ganha uma tonalidade mais dourada e/ou escura, como se tivesse tomado sol. 

Entretanto, os raios UV acabam comprometendo as células da pele humana e, consequentemente, aumentam as chances do desenvolvimento de câncer de pele. Por isso, a Anvisa proibiu o procedimento estético.

Mas, mesmo com o perigo, ainda é comum encontrar pessoas que estão dispostas a passar pelo procedimento e empresas que oferecem esse serviço, apesar da proibição.

Decisão da Justiça

A Advocacia-Geral da União foi responsável pela defesa do órgão na ação que o empresário moveu. De acordo com a AGU, a decisão foi emitida no dia 25 de julho, mas só foi divulgada em 31 de julho, na última segunda-feira.

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Conforme decisão da juíza Ana Lídia Monteiro, responsável pela ação, a liberação do procedimento de bronzeamento artificial é limitada para as partes do processo coletivo que tramitou em São Paulo. Portanto, não se estende para outras localidades.

Dessa forma, a Anvisa proíbe o procedimento estético, e a Justiça Federal confirmou a decisão do órgão. Com isso, o empresário de Santa Catarina não pode oferecer bronzeamento artificial para os clientes. 

Imagem: Brenda Rocha – Blossom/ Shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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